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Soy

…Soy el que tiene, soy el que da.
Soy el que trata de corregir, el que se da cuenta.
…Soy el que escribe las palabras, soy el que piensa,
soy, el que está.

Me había preguntado antes…
¿quién soy?...
y obtuve respuesta.

Del dictado de mi mente…
fueron aflorando las palabras.

¿Mentirían?
Puede que tuvieran o no tengan razón.,
sin o con inseguridades,
siempre seré yo.

Quedarán tras esto muchas cosas que añadir,
mi circunstancia era actual y se expresaba,
estaba solo y me hallaba en acción.

Repetir, recoger….
ahora ya no percibo el eco aquel,
ni siquiera el del viento.

Al momento,
soy el que inicia la narración
¿De qué?...
de una experiencia.

La historia parte,
desde el diccionario de mi vida,

¿Los hechos?
Si no los hay, miento.,

Sólo soy. Sin o cón

Soy la constatación,
de que un día como ayer era,
y de que todavía soy.
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Fronteras Invisibles

Ayer-Hoy

Los-de-aquí
no los vemos.
Rostros transparentes,
bajan los ojos,
cuerpos presentes
nos rodean:
manteros,
basureros,
albañiles,
mujeres de la limpieza,
cuidadoras,
prostitutas,
prostitutos,
recolectores de fruta.
Sin nombre,
en nuestras ciudades y pueblos,
cuerpos colonizados.

Hoy-Mañana

Los-de-allí,
hijos sin nombre,
hijos sin rostro
alzan la frente,
nos miran,
directo a los ojos.

Nace el monstruo:
fronteras,
barreras,
límites,
concertinas,
vallas,
muros,
perros,
pasaportes,
torres de control,
sensores de movimiento,
cámaras térmicas,
Mare Mortum,
apartheid,
indiferencia.

Palabras-máscara
para ocultar la vergüenza de la visión infrarroja,
el aura de cuerpos vivos,
la energía de la supervivencia.
Líneas de sutura invisibles
para tapar la presencia de lo ausente,
lo invisible.

Son si son sin cuerpo, sin representación, sin historia, sin sentimientos.
Son si son una ilusión visual.
Son si son un eco de su voz.
Son si son la negación de la existencia del otro lado, del otro.

El monstruo es vidrio
que permite mirar sin ver,
que permite negar tanto si el otro me mira como si no.

Interior – Exterior

Nuestra realidad trampantojo
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CLIP:POEMA Texto apresentado em Montevidéu Uruguai 09 2008

Esclareço que meu trabalho é fruto de uma pesquisa e tentativa de expressar meu deslumbramento na descoberta de equações que explicam nossas vidas e apontam soluções para nossos sentimentos de desconheci-mento e estranheza das complexidades de viver.

Até ontem me achava um velho sábio no corpo de uma criança, hoje acredito que sou um adolescente no corpo de um velho com cabelos grisalhos, quase careca. Não me perguntem o que estarei pensando amanhã, pois não quero nem tentar imaginar....

Permanecemos atentos, buscando razões para entender, não apenas o que nos rodeia, mas expressar sentimentos, vontades e respostas ao mundo: buscamos soluções ?

Aos poucos, mas com o tempo percebemos cada vez mais entre palavras, expressões no rosto; cada vez mais entre as linhas e as letras do material escrito. Vemos no material fotográfico, imagens que dependem da qualidade e da definição. Já o desenho, executado como interpretação literal da palavra:desígnio, desejo, tipificado como expressão de uma mensagem, deve ser realizado dentro e com todos recursos técnicos para transmitir a mensagem do autor.

Como a cigana lê a mão e a aparência do cliente, para saber quem é, ou como vai ser o futuro dele ?

Como percebemos as marcas do piso e sabemos ou adivinhamos o que aconteceu ? passou um cachorro sobre o cimento fresco ... uma marca de pneu de bicicleta de um moleque. Rastros.

Os sentimentos também deixam rastros, cicatrizes cauterizam vincos do rosto, dos sorrisos, das lágrimas, do cansaço, da fome e do sono.

Mas a poesia não se encontra na curva da esquina, escondida. Diferente do som, da música, que vem a nós, precisamos procurar as imagens. Temos que encontrá-la nas notícias boas, no perfume que o vento roubou nas flores no caminho. No perfume da mulher que cativa nosso olhar masculino, e vice-versa: quem troca olhares, quão profundo este momento efêmero.

O CLIP:POEMA é uma pequena história com desenvolvimento poético e conceitual (leia-se no lugar de poético = da expressão de um sentimento dentro de uma situação específica explorando as circunstâncias do momento) conceitual= de forma a permitir a construção de situação similar em paralelo com outras variáveis.

Associado a ícones (não meramente ilustrativos) torna-se a poesia visual. Reforçando: não se trata da ilustração de um texto, mesmo que breve, mesmo que a imagem simples.

Existe uma inter-relação entre ambos, complementando e sugerindo interpretações abertas a outros sentimentos.

De imediato a leitura. Instantânea até.
Entretanto ainda é uma situação estática que pode ser ampliada com o recurso da visão periférica, acionada pelo movimento e relacionamento de tempo e seqüência. Em meus trabalhos sinto às vezes a necessidade que tenham um fundo sonoro... mas na realidade, vejo meus trabalhos parados na eternidade, uma nota musical interminável suspensa no tempo...

Então a música: Mozart, estabelece o valor clássico e eterno do momento fugaz da seqüência de notas musicais. Esquece-se momentaneamente a letra das óperas, mas não a música. Ah ! a musica, no frágil instante de sua execução.

A imagem. Permanece também quando obedecendo as regras estabelecidas desde a Grécia, observadas na natureza, no rigor matemático, na compreensão das cores e cada relacionamento possível. A composição, os contrastes, a leitura completa do espaço visual cercando o objeto (qualquer que seja) a pertinência das peças quebradas contando histórias por onde passaram, seu uso e quem as usou. Um conjunto de recursos cerca o conteúdo deste texto, eles se misturam e se completam no relacionamento
entre cada um deles.

 Resumindo, a imagem permanece, a música é fugaz. Mas ambos só serão eternos quando cumprirem seus deveres como elementos fundamentais do diálogo entre os seres humanos. A música vem a nós, a imagem buscamos, as vezes a encontramos. Nos ilude a distância, em São Paulo com tantos prédios é comum observarmos pelas janelas e ao longe observar outras janelas e imaginar tantas histórias, quase que como o filme de Hitchcock... a proximidade nos trás outros elementos que nos permitem entender mais completamente. Nossa busca e surpresa serão fisgados por contradições aparentes, por paradoxos , por emoções desencontradas, até o livre trânsito da informação a se completar em nós, mais um degrau de entendimento do Universo: TO LIVE IS ANACT OF BECOMING CONSCIOUS.

 Compreendemos o universo em três momentos: a) no primeiro contato selecionamos uma fração, um segmento na paisagem; b) em seguida fazemos uma análise da textura, do contexto em que esta imagem se articula se torna legível; e finalmente c) encontramos um ponto diferenciado em que entendemos o porque detivemos nosso olhar. É um ponto que vai determinar todo momento, porque olhamos para aquele local, e ali encontraremos nossa resposta.

 Recentemente me ocorreu o por que do CLIP:POEMA, o por que da poesia: é um eco, a rima é uma reverberação, uma ressonância dentro de nós, de sentimentos de outros, de emoções que são transfiguradas, decodificadas, ampliando nossa capacidade em compreender o próximo, em estabelecer uma relação maior com o Universo.

 E isto ocorre tão instantaneamente, apenas estivermos abertos a que ocorra.

 Citando Maquiavel, “Os homens em geral julgam antes com os olhos que com as mãos, pois todos tem a oportunidade de ver, mas raramente de apalpar. Todo mundo vê muito bem o que aparentas por fora, mas poucos percebem o que há por dentro; e esses poucos não se atrevem a contrariar a opinião dos muitos. O vulgo só julga o que vê.”

 Vivemos em um mundo de ignorância e medo pelos que querem manter o poder. Temos que mudar alguma coisa, o que fazemos ? Onde está a poesia ?
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Cuando se aleja

Cuando un hijo se aleja
se para en seco la vida
y el futuro asemeja
a una nueva herida.

y escapando la queja
sin respirar y sin rumbo
ya se borraron las huellas
que ayer dibujaron juntos.

Y no se encuentran los juegos
que antaño feliz disfrutaron
y no se encuentras los sueños,
solo hay un eco lejano.

La gloria tampoco existe
de poder mirarlo dormido
pero tu mano insiste
en ese espacio vacío.

Pudo haber madurado,
en busca de su destino
pudo haberse lanzado...
y para vos es lo mismo !

No se encuentra a tu lado
también lo sueñas contigo
y te despiertas llorando
con solo DIOS por testigo...

Cuando un hijo se aleja
de cualquier motivo preso
en el corazón reflejas
congoja hasta su regreso...
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Felicitación con tarta de hojaldre y nata con guinda (Para Letizia, en su?...xx cumpleaños)

¿En qué me debo fijar? ¿En su sempiterna sonrisa? ¿Sus pendientes ¿Su cabello? ¿Su collar?
Voy a ignorar todo eso, y algo de su prosa publicada, dedicarme a repasar.
Veo que describe a un soñador, Y lo que esa hermosa dama piensa, para él es un honor.
Sobre sí misma dice, que el cielo es su tope para soñar, hasta donde por amar a alguien, ella es capaz de llegar
¿Y si por llegar tan alto caes?
Los cimientos del suelo no podrás traspasar, los brazos de tu ángel querido, al instante te van a atrapar, abrazarte, besarte…Y luego, una polka norteña, jarana de Yucatán, la bamba de Veracruz, la flor de piña de Oaxaca, y jarabe tapatío, bailar
Tienes muy buena estrella, desde aquella pubertad, vestida de inocencia y encomiable ingenuidad, Igual que de talento, ya llegados a ésta edad
A veces no estás en vena, Y te invade, titilante pena; pero no es eterna condena, como la del ángel triste del jardín, cuyo inesperado desenlace feliz, consiguió una tarde la musa, inspirarlo precioso en ti
Ahora eres una señora, con espacio de juventud, con tiempo para un te amo, aunque eso no lo digas tú
Nos invitas a escuchar cuentos, Y cuando estamos la mar de atentos, dices que es puro cuento, y no nos lo puedes contar. ¡Qué nobleza! ¡Qué honesta sinceridad!
A mí, que entregué a la radio, tres cuartos de mi vida profesional, me has recomendado, música de Enigma escuchar; hace tiempo que - ¡Le roi est mort VIVE le roi ¡ - es el eco que reverbera en las paredes del monasterio de mi alma, y gira y gira el disco, como una noria sin parar.
¿Y esa sensación del deja vu?
La he experimentado al subir a una montaña, donde dibujándolo en la cima estabas tú.
¿Cuándo? Cuándo te atreviste a amar un todo. El día de la tierra, a la que yo, desde un satélite sentado, he llamado, gota azul.
Revélanos ahora tu secreto letizia, guardado en un cofre revestido de tul
Confiésanos sutil amiga: ¿De quién son esas manos que tú dices escriben versos y prosa, libros de ensayo y rapsodias hermosas?
Toma también las mías y si eres zíngara que estudia enigmáticas runas, descífralas. Son manos de un curtido en mil batallas, guerrero, de noble estirpe montaraz, aspirante a capitanear la guardia, de tu almenado palacio real.
Toma si quieres éstas manos, y veas lo que veas en ellas, no huyas, aunque al rozar la piel de las tuyas, salten centellas y rayos.
Responde en el estrado Letizia, al maestro buscador de la verdad ¿De quién son esas manos sin identidad, que tus jóvenes labios quieren besar? ¿Tal vez de ese ser que con su palma abierta, una mañana de primavera recién estrenada, se adelantó a recoge esas gotas de rocío, para ofrecértelas de regalo?
Si no es así, yo mismo, por la presente, desde Europa, hasta el nuevo continente, aun habiendo de por medio un inmenso océano, y sobre él, supersónicas águilas con alas de acero, volando, te mando en valija diplomática, gotas de agua transparente recogidas de las primaverales hojas de un cerezo en flor.
Y ésta puntual misiva, escrita en prosa de ensayo, para publicar en Poémame, el 17 de mayo.
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6comentarios 69 lecturas prosapoetica karma: 96

Ya no suena Smells like teen spirit

Me echabas en cara que no sabía escuchar,
pero yo puedo reconocer tu mirada perdida
de entre todos los sonidos.
Siempre fui una persona ordenada,
pero me encantó que me dejaras la soledad revuelta.

La mejor pista en la que bailé
fue en tu estela de felicidad.
Ahora me deslumbra el foco del espejo
mientras espero que suene el remix de las caricias.

Despertamos en casualidades distintas,
pero en las sábanas resuena el eco del anhelo.
Vivo en las grietas de tu regazo,
alimentándome de recuerdos oxidados.

Callé el eco de miradas mudas,
pero el futuro sigue pasando
en esta memoria desafinada.
La farolas entonan mi tristeza
mientras la muerte pasea
por mi Síndrome de Peter Pan.

Ya no suena Smells like teen spirit,
y me doy cuenta de que una canción
nunca se rompe por el mismo sitio
ni por otra persona.
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Como nace un poeta

Nace un poeta
de la necesidad de sentir
ahí donde pensar resulta demasiado doloroso.

Nace un poeta de querer
convertir el dolor en una dulce tristeza,
que es más fácil de digerir que la verdad.

Nace un poeta
de llenar los vacíos con el sentido
de las ausencias
aunque no lo tengan.

Nace un poeta en un intento
de justificar las debilidades,
que no son más que miedo a caminar.

Nace un poeta
para lanzar todos los gritos
en un solo espacio,
donde no se oye el eco de la razón
que no deja de repetir
que nos arriesgamos
sintiendo.
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4comentarios 64 lecturas versolibre karma: 98

Vanos poemas

Vanos poemas son mis poemas
De tarde en tarde sin pretensiones
De lejanías y evocaciones
Sin voz ni alarde, Flotan y esperan…
Que el aire pase
Y tal vez …

Los lea.

¡Letras de arena que canturrean!
Su verdad claman mientras que juegan
Y a confidencia tal vez se atrevan
Tanto que llueve su espera quiere….
Que entre dos olas
El mar…

Les lleve.

Voz entonada, canción sin queja
De historia amada contando amores
Notas del alma que en arreboles
Va sin medida ni moraleja…
Nube de sombras
Que el viento…

Aleja.

Menudas letras de sal y suelo
Que se recitan frente a la hoguera
De ayer gravitan ¡Voces en vuelo!
De este poema que sana abismos.
Esos... ¡Los mismos!
Que el fuego …

Quema.

¿Leerme? ¡Pasa! ¡No te entretengas!
Por mis tormentos ya voy sanando
Que el cielo escucha lo que yo callo
Y el eco dice que mientras marcho:
La luna llora
Y la tierra…

Ruega.

¡Que el fuego queme mis necedades!
¡Que el mar se lleve mis inocencias!
¡Que el viento arrastre mis mocedades!
Quizás tan solo los elementos
Puedan salvarme...

Ya sé que duele: ¡Escribir consuela!
Mi pluma eleva plegaria… ¡Y danza!
Y la pena en musa se crece y vuela
Mientras tu ausencia me desencanta:
Mi verbo juega
Y mi letra…

Canta.

Vanos poemas Son mis poemas…
¡Que cosas digo! ¡Que larga espera!
No me desandes, que de mi llanto
Como la tinta de poco a tanto
Vas a mojarte
El alma …

Y las manos.

De mis tristezas hablo a mi cielo
Que llueve rimas sobre mi almohada
Lanzo palabras para que aladas
Dancen al viento cuando me vaya:
Lo que al silencio
Le he dicho…

Y calla.

Adiós por siempre: ¡Mi amor te canta!
Si te extravías: ¡Regresa a casa!
Que aquí te espero cantando otoños
Mis ramas duermen, mis hojas faltan:
Vuelve a buscarme
Que el tiempo…

!Pasa!
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Suspiro de fuego

Mi cielo índigo,
labios de cristal,
ven y bésame.


Mi hoguera
tus labios de fuego;
ven y bésame.

Un susurro
tu boca en mi cuello,
mi alhelí.


Un susurro
tu aliento en mi oído;
mi elixir.

Un suspiro
corazón de fuego,
mi ilusión.


Un suspiro
tu latido intenso;
mi pasión.

Un anhelo,
me enredo en tu pelo,
luz de amor.


Un anhelo
tu boca en mi cuerpo;
rojo amor.

Un lucero,
sonata en mi cielo,
tu silueta.


Un lucero
universo en mis ojos;
tu mirada.

Un gemido,
viento embravecido,
tu pasión.


Un gemido
grito apasionado;
tú en mi piel.


@rebktd Eco&@Aljndropoetry Voz






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Un eco a los versos de @Aljndropoetry
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Transporte

Esto del silencio en el transporte,
perturba mi mente sólida, veloz;
busco inquieto mi soporte,
una palabra con ojos de algodón.

Cajetillas de gomas en vez de cigarrillos,
la mano titila en la barra del destino,
cuatro paradas de flagelo y hastío
cuatro paradas para llenar el vacío.

La ciudad incrementa los asaltos,
yo simulo caminar con los pies descalzos;
se reproducen como conejos los huecos,
si alguien cae, aumentará el desespero.

Este silencio de penumbra,
que a medio día resuena en eco:
"¿Que pasó?" "Por que no movió?"
todos sin duda llegaremos tarde.

Esto de morir en el transporte,
no se asimila aunque lo narre.

Niorv Ogrin
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2comentarios 58 lecturas versolibre karma: 95

he intentado...

he intentado con versos
ir fulminando vértigos...
en la heredad del sueño
como imanes sembrar
las agujas del tiempo,
más es predio imposible...
sorda letanía,
inútil el fervor de conspirar
la huida

y van cayendo aleves
las ramas sigilosas
a cernir mansamente
el cuerpo entre grilletes...
tapiarme de memorias

el eco amenazante
de la noche borrosa...
el murmullo a relente
de todas las palomas...
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El último relámpago de la tormenta

Que me marean los telediarios.
Me acuchillan las derrotas asumidas
que te hacen más pequeño.
Siento el agua caer, como una tregua.

Cierro los ojos y siento.
Como una disculpa.
Cierro los ojos y siento.
La música araña mi piel,
como lo que se pierde.

Pupilas con acordes que besan sin labios.
Caricias sin manos
que arrasan la cosecha.
Respiración y latidos. Tanto silencio.

Me agota la soledad de los que luchan
en medio de la tormenta.
En el desierto.

Como un tifón, su eco me arrastra, río abajo,
por calles llenas de nada,
excepto renuncia y mirada al suelo.

Cierro los ojos entre la intensidad del aguacero.
Mece mi pelo con su altura.
Sentir.
Que estoy aquí.
Que no estoy aquí.

Seguir tirando de la cuerda.
Y no querer seguir repitiendo mentiras.
Y odiar que me sigas los surcos la piel.
Y odiar que me sepas de memoria.

Llovizna sobre mi ropa, desdibujando las letras.
Me cuenta al oído, tarareando,
que todo acabaría si alguna vez empezara.

Lo sé. Confieso. Son sólo juegos. De perdedores.
Siempre queremos seguir perdiendo.
Nunca quisimos más.
Solo las sobras.

En la mecedora del sol
abriendo esta cortina.
Gotas que abren nuestros labios, insolentes.
Rayos sobre el que arrojar sombras de incertidumbre.

Esclavos de nuestros miedos.
Asesinos de almohadas.
¿Y quién se atreve a ir contracorriente?
¿Y quién se atrevería a empujar al miedo?

Mejor denunciemos a los que se levantan.
Mejor aplastemos a los que gritan.
Qué fácil es perder lo que ganaron otros.
Escupir en su sangre derramada.

Perder por no intentar ganar.
Perder por no querer dejar de perder.
Puede ser peor, amenazan
Y les seguimos creyendo.
Señalan la flor
y corremos, desesperados,
en busca del hacha.
Y volvemos, desesperados,
a agachar la cabeza.

Echan la llave.

Cadenas que nos ponemos solos.
Por seguir mirando,
tras el cristal,
la lucha de los que no se resignan
a morir antes de vivir.
De los que saben que aún estás ahí.
Aunque cansado y perdido,
aún sigues ahí.
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Viaje por el eco de una carcajada

Soltaste la carcajada más traslúcida
que he escuchado jamás,
cuando terminaba de contarte
las historias más absurdas e insensatas
que se me hayan pasado por la mente.
No supe que en ese momento,
en el que tu carcajada se convertía
en banda sonora de un instante de mi vida,
viajó por un eco impetuoso y solemne
hasta llegar al día de hoy,
en que has dejado de ser carcajada
para ser peregrino y vagabundo
de los senderos de mi cuerpo
que, de par en par, se abren a tu paso.
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-A(mi )-

Dicen que desde la luna se ve el otro mundo

Y he aquí una lunática intentando encontrar el tuyo


Deambulo
y Sueño
Sueño
Y deambulo

Y no soy capaz de encontrar la puerta que me lleve a tu pecho
Ni siquiera esa ventana
dónde poder mirar atraves de tus ojos
Y ver si es ahí
donde está mi universo

Si es él

Si eres tú
Deslumbrante
y eterno

Veo polvo
la nada

Un todo


Y ... sueño
Y escribo
versos al silencio

A un eco callado
A un latido sin voz
A unos labios sin boca
A la piel sin su cuerpo


A mi ... (Sin ti )


@rebktd
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la piedra

Voy a encerrar :

los guiños,
las caricias,
las salivas,

como un animal cercado,
entre la masa granítica,
del pedregal.

Voy a cerrar los ojos,
para comprender,
que me enfrento
a las raices del oprobio,
si levanto la mirada
de la piel.

Voy a encerrar en ella
el encaje de las olas,
que mordian entonces,
creo recordar,
mis párvulos pies,
morenos,
para apresurar,
el tiempo desahuciado...
detenido en atrapar:
las dunas,
las palmeras,
los camellos,
con los que adquirir
las habitaciones
de mi inocencia,
piel de niña
a medio terminar...
en aquellas tardes
en que aún jugaba,
a cubrirse de arena,
todo por retar
al miedo extasiado,
despeinando poros,
rosas extraviadas,
entre el aroma,
de las flores del mar.

La voz de mi madre,
precediendo,dulce,
desde el vientre,
creo recordar...
mis lenguas,
mi respiración,
mis manos,
mi estómago,
mis huellas desnudas...
las uñas del tirano
al arrancar,
quebrantando las velas
de la sencilla balsa,
con la que ya no podré
navegar,
lejos de la tierra ,
que ahora se espesa,
como una matriz,
casi familiar,
atrapando mi cuerpo,
breve,
enamorado
en el querer esbozar
el susurro que retorna,
en el eco afilado
del céfiro angular.
Voy a encerrar la eternidad
del instante,
en el latido de arterias,
apresada
en el espacio que no hay,
a cámara lenta...
para sentir acercar
en la feroz arista,
la primera piedra,
la que ha sabido impactar,
en las razones de mi locura,
por la que has venido
a arrebatar :
el velo del dolor,
entre la cordura,
que al fin ansía,
después de esperar,
la fugaz estrella,
estrepitosa,
perdida entre mis ojos,
allí donde no quería,
evocar
la luna sagrada
de la sentencia,
los ojos bañados,
lagrimas...
del manto cenital.

Y en el dolor atroz,
atracado en los muelles
del desvario abismal,
me pierdo...
entre las huellas
del gigante,
que tantea, ciego,
mi fragilidad.
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In Memoriam

Ha pasado tanto tiempo,
tantas noches, tantos días.
Junto a la melancolía
conversamos otra vez.

Quiero hablarte sobre el clima
sobre el paso de los años,
como desde tu partida
nada ha sido lo que fue.

Los recuerdos en el viento
con fragancia de tristeza
se convierten en quimeras
de otro frío atardecer.

Caen lágrimas de la lluvia
donde hay dos niños jugando
el que quise ser de antaño
y el que nunca más seré.

Remolino de recuerdos,
sentimientos de impotencia,
de pensarte de momentos
sin poder volverte a ver.

Y esta atmósfera tan densa
cargada de mil preguntas
donde espero mil respuestas,
esas que nunca tendré.

Los consejos que me diste
y también los que faltaron
recordar intento en vano
se fundieron en ayer.

Extrañando tu ocurrencia,
los días de pesca robados,
todo el tiempo que pasamos
y aquel que no pudo ser.

La neblina del pasado
va borrando tu silueta
y solo tu eco resuena
cuando pierdo lucidez.

En medio de la amargura
maldiciones mil pululan
en mi mente, y se derrumba,
no acepta esta realidad.

Pero...

En mis noches mas oscuras
aun tiene brillo la luna
que al oído me susurra
que en mi mente vivo estás.
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Dreamer and Letizia (Volcánica fusión)

Eco de la existencia de un volcán
dormido, sin señal.

La peña de Bernal

Surgió en un lugar de México
una piedra colosal,
monolíto porfídico,
o cuello volcánico,
que el artista del cielo,
quiso labrar

Ubicada en un entorno mágico,
mística vista para alabar
venerada por ancestros,
que no la dejan de admirar

Se extasían sus amantes,
ante tal belleza natural,
vienen de todas partes,
se hizo internacional

Su porte imponente,
es y ha sido desde antaño,
siempre digno de elogiar

Los pintores plasman su hermosura
en lienzo,
imposible de copiar.
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12comentarios 124 lecturas versolibre karma: 108

A ocho mil metros de escarcha

A más de ocho mil metros lancé mis gritos. Tan sólo perceptibles por la escarcha desprendida en forma de cristales entre hilos y milibares.

Allí arriba, en el techo del mundo, en el trampolín a la nada y a todo, apreté mis puños y comprimí las costillas, como cojines simétricos, rayas de cebras monocromáticas.

Y grité. Fuerte.

Rugí. Salvaje.

Aullé. Incansable.

Allá donde el oxígeno escasea. Donde la presión afecta a las facultades mentales, me desvestí por dentro. Tiré las prendas ladera abajo. Dejé volar entre nubes mis lágrimas y mis lazos.

Y caí de rodillas. Me senté en el hielo. Me abracé al eco. Toqué el cielo. Sentí un chispazo.

Como el que guarda en sus retinas lo asombroso del relámpago, te vi pasar entre la electricidad y el agua. Entre la luz y la oscuridad como complementos naturales.

[Llevo un rato sin mantas ni almohada. Me he quedado dormida. Qué frío. Soñé que me amabas.]
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Escribo

Cuánto sabes de mí, sin conocerme. Cuánto sabes de mis mundos y de mis profundas tribulaciones. Cuánto sabes de mis búsquedas, de mis interrogantes, de mis dudas y de mis inacabadas conclusiones. Sin conocerme tienes en la imagen de mis letras la copia más veraz de mi razón. Encuentro el equilibrio cuando me tomo del débil hilo de una idea que me sostiene oscilante sobre el vacío que me circunda y en el eco mezquino del crepitar incesante de los leños de mis quimeras. Hay una suerte de diálogo excesivo entre mis ángeles y mis demonios, un antiguo lenguaje casi insoportable se cincela en el mapa de mi mente. Es hora del exilio. Hechos ovillo, mis ojos, mi tacto y la voz de mi pensar. Escribo
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8 estrellas en peligro de extinción (2da Parte)

Lo importante en este país es que los profesionales y obreros lo logren;
es decir que, puedan lograr desarrollarse cada quién a su manera.
No haciendo rico al más rico, ni pobre al más pobre,
pero tampoco quitando oportunidades al que obtuvo una carrera.

Lo ideal entonces, es que cada quien tenga la misma oportunidad,
¡pero no como en el 2017!,
donde se había consolidado una imperdonable igualdad.
Y vez de obtener riquezas, las veíamos en forma decreciente.

Claro, ese es el objetivo del populismo;
hacernos todos iguales en pobreza,
y de paso, a obligarnos agradecer a un clientelismo
por darnos migajas para poner en nuestras mesas.

Y es que, una sociedad para ser desarrollada,
debe aprender a no dar las gracias cuando un gobierno la ayuda.
Pues ese, es su trabajo con políticas planificadas
para traer estabilidad a una nación sin emitir alguna duda.

¡Ojalá hayan entendido este mensaje!,
nosotros como sociedad debemos ser críticos y exigir más.
Pues el éxito ocurrirá al añadir complejidad a las demandas sociales,
y no conformarnos con techo y comida, eso lo debemos superar.

Verán, los países desarrollados no lo son por tener mucho dinero
o porqué tienen suficientes recursos naturales para la producción.
Estos lo son, por sus capacidades de exportar desde enero
hasta finales de año sus productos en buena dirección.

Es decir, se abren con lo que poseen al mercado internacional,
para que sus empresas compitan en el interior y exterior.
Logrando una producción óptima para el consumo nacional,
y generando altos ingresos constantes, como un país domador.

Por tal motivo, no sólo es el petróleo lo que debemos exportar,
es más, me atrevo a decir que ese recurso es nuestra maldición.
Pues generó una dependencia que no hemos podido solucionar
además que, es el culpable por el cual se acuda a la corrupción.

Enfoquémonos entonces en este siglo XXI;
existen otros recursos que tenemos en nuestro territorio físico.
Los cuales, nos darían altas ganancias en el cercano futuro
solo sí, empezamos a venderlos por el Océano Pacífico.

Tenemos corvina,
además de coltan,
uranio en un gran número de minas,
y los mejores productos agrícolas que se puedan encontrar.

Pero dirán: ¡no tenemos salida por el Pacífico!, y es la verdad;
por eso, Dios bendiga la diplomacia.
Debido a que cerquita de nosotros existe un canal
él cuál, podemos utilizar para venderle ahora a la gente de Asia.

El auge económico de los tigres asiáticos,
es una realidad en este siglo.
Vendámosle nuestros productos a esos nuevos actores mediáticos,
para quitarnos la dependencia de la venta del petróleo a los gringos.

Pero este plan requiere de inteligencia, astucia y dedicación
pues eso, mejoraría la situación económica de nuestro país.
¡Ah se me olvida, que para efectuarlo no debe existir corrupción!.
¡Qué lástima olviden todo, por eso este plan no será viable aquí!.

Por otro lado, ¿saben cuándo empezamos a amar la República?,
cuando hubo el éxodo masivo de habitantes de esta nación
hacia el país de al lado, buscando con desespero ayuda pública
además, de buscar a nuestras vidas una mejor solución.

Pero sólo en ese momento de angustia y dolor,
valoramos lo que una vez tuvimos y dañamos,
actuando con tanto libertinaje, y no teniendo amor
a un país que, nos dio todo y lo perdimos por actos crudos y amargos.

Tuvimos que esperar que otras naciones
nos trataran con xenofobia,
por no entender que con erróneas nociones
un país se destruye, y no se desarrolla.

Nociones de la vida y de la política que tuvimos, es que me refiero
pues decían: ¡actuemos sin ley!, a esto es que yo difiero.
Pues eso, trajo que esta nación fuera asesinada a balazos,
apoyando un clientelismo hasta que llegamos al fracaso.

¡Ojalá hayamos aprendido la lección!.
A no seguir con esa actitud que fue la que nos llevó a prisión.
Con prisión, me refiero a lo que se vive en el país con la crisis;
porque qué crisis tan horrible, sólo nos hace falta un ataque de ISIS.

Por ende, estos poemas se escribieron para que este país los leyera
y entre todos, pudiéramos reflexionar.
Saber que, como hemos venido actuando no es la mejor manera
pues al final, sólo hemos logrado decepcionar y hacer llorar.

¿Ó ustedes creen que nuestras madres no sufren
cuando ve partir a su cría
ya sea que, fuera asesinada por la inseguridad impune,
o cruzando la frontera buscando mejor vida?.

De verdad, es injusto que los jóvenes luchen por esta nación
pues cada acción, tiene una consecuencia y responsabilidad.
Y es qué, los que metieron la pata fueron de otra generación,
que trajeron y defendieron el populismo a cabalidad.

Pues no vamos a caernos a mentira,
hace dos décadas ustedes tomaron una decisión.
Los electores a finales de los 90', creyeron que por obra divina,
esas votaciones realizadas un diciembre nos traería solución.

Respeto la opinión de cada quien y la diversidad,
pero si en ese momento apoyaste, y ahora no estás de acuerdo
eres tu quien debe pagar,
luchando por tu error cometido, y no un joven fértil y cuerdo.

Saben muy bien a lo que me refiero,
pero ese es el problema de la población en este país.
Cometemos errores más grandes que el cielo,
y luego esperamos que otros me los resuelvan por mí.

Pero bueno... ¿ya que más se le va a hacer?,
Seremos nosotros los jóvenes quienes buscaremos una solución.
Te hablo a ti, joven dentro o fuera, y que aún no se deja someter
y él que para la década del 2020 debe cumplir con su misión.

La misión de mejorar esta nación;
de sacarla del atraso.
Por eso, estudia y fórmate en cualquier área que satisfaga tu razón,
porque tu deber es estar aquí, y solucionar nuestro futuro nefasto.

Pero no mediante guarimbas o violentos golpes de Estado.
Estamos en el siglo XXI
así que, utilicemos eso que tenemos al lado,
y hagamos uso de la tecnología, para no tener miedo alguno.

Vengamos con un proyecto de país bien pensado,
y con una ideología clara que lo acompañe;
pero nada retrógrado, como ciertas ideologías del siglo pasado,
sino llevando de la mano un desarrollo ilimitable.

Aprendamos de los errores, antes que la poca razón se pierda;
como creer que algunas coaliciones representan el mesianismo.
Razón tenía Hale: "La América Latina de derecha o izquierda,
termina creyendo en la corrupción, nepotismo y centralismo".

Por ejemplo, otro error cotidiano de mi sociedad,
es calarse una gran cola para ir a votar
y luego esperar que, el candidato que eligió
resuelva sus problemas por 4 o 6 años, para seguir con el vacilón.

¡Oh nación mía, sé que estas decepcionada,
por tener unos hijos tan mala conducta!;
pero tranquila, sé que algún día serás curada,
pues no pierdes la esperanza de que cambien de manera abrupta.

Sé que eso parece una misión imposible.
Pero quien quita que, después de esta crisis hayamos madurado;
que convirtamos ese conformismo en un acto invisible,
y empecemos a tener la conciencia ciudadana de nuestro lado.

Porque cuando yo imagino un país perfecto,
me refiero a que, en las cárceles no manden los pranes.
Sé que no puedo pedir que todos seamos honestos
pero tampoco es ver que, después de las colas se revendan los panes.

Y es que, eso es lo que tiene dañada esta sociedad,
creo que acabo de descubrir quién nos está llevando al abismo;
me refiero a los intermediarios que a todo le quieren ganar
un 1000% a los productos que obtuvieron debido al facilismo.

Lo malo es que, esos intermediarios comerciales
son así, porque alguien les dio el ejemplo.
Pues los primeros en realizar estas atrocidades
son los funcionarios políticos, ellos son los maestros.

Y quien no crea, investigue las "triangulaciones económicas".
Estas son acciones realizadas con una curiosa isla del caribe
en la cual, se cambiaban divisas por médicos de forma periódica,
y con ese dinero, la isla compraba productos de alto calibre.

Luego los productos se revendían nuevamente a nuestro Estado.
Así es estimados lectores, este país pagaba dos veces
por insumos que, pudimos adquirir más económicos y al contado;
pero no eran los planes de la corrupción, ni los que la obedecen.

Espero hayan entendido esa triste realidad,
por eso, no creamos lo que nos dicen los políticos generalmente.
Más bien, antes de apoyarlos pónganse a investigar;
bien dijo Humberto Eco: "En política no hay discurso inocente".

¿Quieren saber el mejor concepto del Poder en la ciencia?.
Aquél, que expresaría Thomas Hobbes a lo largo de su vida,
y es: "cautividad de entendimiento para lograr obediencia
allí, donde la obediencia es debida".

Y ese concepto del poder es el que nos han impregnado;
pues nos dominan desde nuestro subconsciente.
Ya sea con discursos, o dándonos algo cuando estamos necesitados,
es decir, a partir de ese momento dominan nuestras mentes.

Por eso, a veces nos comportamos como serpientes encantadas,
y nos arrastramos a un juego diabólico donde somos la carnada.
Tampoco quiere decir que, somos santos y nos dejamos alienar,
pues algo se busca obtener, ósea no tenemos fuerza de voluntad.

Eso se acabará el día que nuestra razón social
supere a nuestros intereses individuales.
¿Y eso cómo se podrá lograr?;
cuando seamos autosuficientes, y no creamos en falsedades.

Por eso antes de morir, yo debo ver como mi nación se despliega
hacia una democracia que no esté rota,
con una justicia que sea ciega,
y donde la motivación ciudadana por el desarrollo no se agota.

Si ya lo sé, hablo y hablo de desarrollo.
¿Pero a quién no la va a gustar,
vivir en este país sin depender tanto del petróleo,
y andar por las calles con cero inseguridad?.

Continuara...
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