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. . . te siento

"En el faro de tu amor
en el regazo de tu piel
me dejo llevar al sol...
es que no hay nadie como tú
que me haga sentir así
en un arrullo de estrellas" ~ Zoé


  ~ ~ ~
to my world... to who I am
to my innerself
you read me in many ways

  ~ ~ ~

te siento... porque
amo tu corazón
amo tu alma
amo todo tu ser
y amo este anehlo
de un futuro hermoso contigo

  ~ ~ ~
te siento
en mi corazón
en los caminos recorridos por tu boca
en mi cuerpo

  ~ ~ ~

te siento
mi solecito de amor
en cada alborada que nace
en la lejanía de las montañas de mi alma
en cada trino de amor
cuando el sentimiento en tu interior
me baila, me danza y me canta

te siento
mi sol y mis estrellas
rompiendo la oscuridad de las noches negras
dando sombra al ardiente mediodia de mi existencia
te siento como un sorbo de chocolate caliente
en el frío crepúsculo
de nuestras tardes juntos
te siento entre almohadas, entre sábanas
te siento como ríos interminables de cálida piel
como destellos de labios que besan y muerden y se ahogan
como torrentes hermosos de un manantial de sensaciones
como la ola que ruge y golpea en la roca de mi alma
y la ablanda y la amansa y la ama.

  . . . te siento mi amor.







~~~~~~~~~~~~~~~~~~
@AljndroPoetry
2018-sep-20
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etiquetas: te, siento
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O espírito da arte. E os fantasmas do tempo. (Ensayo)

O espírito da arte.
E os fantasmas do tempo.

Impossibilidade de achar uma escala absoluta para determinar o valor de uma obra de arte. Valor relativo da beleza e da feiura. Origem dos nossos sentimentos estéticos. Origem das nossas ilusões sobre o valor absoluto das obras de arte.
A arte não tem por fim reproduzir fielmente a natureza.
A obras de arte exprimem os sentimentos, crenças e necessidades de uma época, e transformam-se com ela. … a arte como prazer, a arte como expressão e a arte como conhecimento, pois as questões referentes à arte são tão antigas quanto a própria origem da filosofia.

Mas tudo isto conservará em alto grau carácter insular. Isso resulta do facto de elas representarem a efusão natural dum cérebro um tanto excêntrico e que compunha dominado por uma espécie de obsessão.
No entanto, o princípio da falseabilidade não é critério único para dar garantia ao processo de pesquisa científica, já que a própria teoria da falseabilidade pode ser aplicada a si mesma, o belo pode ser um dos atributos da arte, mas não é o único, tampouco o mais importante. O feio também pode ser arte. Além disso, existem proposições em que o princípio não é aplicável.

A interação ambiente/organismo gera informação e esta causa mudanças no comportamento do organismo, que por sua vez causa alterações em seu ambiente, processo equivalente ao do feedback estudado na teoria da informação.
Desta situação decorrem dois fatos: 1) Não existem valores absolutos e eternamente válidos para todos as espécies de seres que existem e existiram; e 2) Muito menos valores humanos válidos para toda a natureza, inclusive a humana.
A primeira dificuldade apontada concerne à questão da comensurabilidade. Isso porque quando duas coisas - objetos, pessoas, fenômenos - são comparadas, presume-se que se possa medi-las em igualdade de condição (suposição, muitas das vezes, errônea).

É difícil imaginar hoje a possibilidade de, em algumas páginas, definir o pintor ou a pintura, o artista ou a arte da vida moderna, pós-moderna, contemporânea, ou como se queira chamar-lhe. Isto é, dirigir-se à actuali-dade, que sentimos como cada vez mais complexa, e traçar-lhe o retrato, a essa actualidade que temos cada vez mais dificuldade em convocar como realidade, em dizer como experiência, ou sequer em configurar como nome. Não há como mensurar qualquer fenômeno estando fora da história ou da sociedade… se a razão busca uma soberania irrestrita sobre a natureza, ela coloca o humano contra si, do mesmo modo que a natureza o faz quando exerce uma dominação total.

Neste último caso, o homem seria um selvagem; no primeiro, um bárbaro. É preciso um singular poder de observação para tornar sensíveis tais particularidades de matéria. Uma vez presumida a impossibilidade de apreender por inteiro a realidade objetiva, a capacidade de “prestar atenção” (em um número reduzido de estímulos) passa a ser considerada condição de uma subjetividade plena. Trata-se antes de um episódio desseeterno movimento pendular que faz com que a um período de frivolidade suceda um período severo, a um período de liberdade um período de disciplina, mas hoje uma data de gurus universitários, todos a darem-se ares de iluminados para os centenares de alunos que vão dormir a sua marijuana ouvindo-lhes os sermões psicanalíticos, estruturalistas, etc…

Tal maneira de ver não teria suficientemente em consideração a complexidade das coisas. É importante perceber que muito daquilo que tendemos a encarar como “natural”, principalmente no que diz respeito aos valores, costuma ser muito mais uma mescla obscura de orientações morais cujo delineamento e defesa podem ser encontrados em muitos pensadores. Embora tais armaduras simbólicas sejam eminentemente invisíveis, elas possuem também uma parte visível – aquela parte que nós representamos com objetos e imagens. E tais representações, é claro, não se dirigem apenas aos outros mas também a nós mesmos, ajudando-nos a ajustarmos, embelezarmos e afirmarmos o direito de utilização de nossas armaduras.

Grosso modo, se antes uma representação aludia a algo “em si”, como referencial objetivo, passou-se a entendê-la como algo que foi visto por alguém, em sua particularidade e em meio a instâncias dispersas. E o que caracteriza a pulsão é sua plasticidade, de modo que ela pode ser investida em objetos muito diversos, de formas muito diversas. Mas, como é fácil observar, a experiência imaginária do humano, este ser mergulhado no simbólico, é muito diversa da experiência imaginária do animal, no qual se pressupõe simplesmente que certas imagens os impelem (instintivamente) para ações específicas, como no caso das imagens que atraem sexualmente. Trata-se, é preciso reconhecer, de uma questão difícil de responder, em parte devido ao grau de enraizamento de tal ideia em nossa cultura, que faz com ela permeie, em formas bastante variadas, uma infinidade de representações.

Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez.
(Tanto del texto como de la imagen)
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etiquetas: ensayo, arte, movimientos, sentimientos, pintura, animal, modo
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Nuestra venda

Te vi vestida de muerte y a mi vestida de luto.

Sé que eras fuerte aunque no te acompañara la suerte.

Eras puro diamante pero te vendiste a la sociedad, tú no necesitabas su aceptación, necesitabas paz, la misma que encontré en ti cuando te conocí, menos mal que apareciste, sin ti me hubiera hundido y al final fuiste tú la que cavaste tu propio hoyo, que ironía.

Doy por hecho que te hartarías de la misma piedra, de tu continua caída y te quedaste atrapada en el suelo.

Solo puedo decir que eras puro hierro, ya oxidado por la incesable tormenta. Dejaste de escuchar el cantar de la libertad, de tener verano, otoño, primavera...
(Se fueron contigo en la interminable lluvia)

No te voy a mentir, me hiciste sufrir, hoy en día me acuerdo y vuelven a revivir los únicos sentimientos que trae consigo tu partida, todavía duelen, no se superan pero tampoco se demuestran, solo se observa una fachada hecha por piedra sin color, pero si sigo aquí no es mera casualidad, es por ti, por tu huella marcada en mí.

No vistes que tenías límite, que si lo traspasabas había una caída de mil metros , intente quitarte la venda, intente que vieras el borde antes de que cayeras al vacío pero el nudo se apretó demasiado, demasiadas manos ajustaron tu venda, solo yo quería que vieras.

Perdóname, no lo conseguí, el problema fue que yo también estaba ciega (de tanta oscuridad).
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Detrás Del Paraguas Negro Hay Un Cielo Azul

Ahí afuera todo es inmensamente frío. Todos nos prefieren amurallados y, en el mejor de los casos, mutilados. El “sálvese quien pueda” es lo que impera, y eso nos hace ser más egoístas. No hay demasiada gente que alegre la vida de la gente, en un mundo cada vez más aborregado y sobrepasado por los efectos secundarios de una tecnología intensamente monstruosa.

Sin embargo, si me ofrecieran mil deseos y un sueño por coronar, todavía seguiría eligiendo una ofrenda de canciones con alma para que me vieras aún cerrando los ojos.
Regalar música es grabar a fuego el recuerdo de este amor en una caja de cristal con el corazón boca arriba.

Uno siempre intenta que las horas nunca pasen de largo. Por eso, he dejado de entenderte para llegar a admirarte.


©Alejandro P. Morales. (2018)
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Al sur de tu verso

Sin puertos, ni derroteros

sin más caminos que seguir

que aquellos que señalan

tu verso.

Me he encontrado al borde de tu ternura

Sin más viajes que la propia travesía

de llegar hasta tu mar.

Donde se asoma tu isla

desierta, habita el más puro

sentimiento.

Al sur de tu verso estan creciendo

multitudes.

Y en contra de la marea, va la poesía

haciendo burbujas de agua.

Me ha llegado tu mensaje embotellado

y he leído tu cariño.

Así de profundo y tan delgado como

la línea que dibuja tu horizonte

se van tejiendo los hilos del futuro.

Espero anclar en tu mirada y quedarme

para siempre en tu regazo.
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Dulce Melancolía…

La creación cabe en un pensamiento
lo dijo el mensajero de alas doradas
sentado en la cima del templo
detrás del pórtico de los susurros
tenues sentimientos hilvanó el Ángel..

Dulce melancolía…no me abandones al azar,
Atrévete a soñar, <<<<<<< finges el deseo??????

Los placeres consumidos los petrifica
el éxtasis del fuego.
Cenizas quedan como señal del deseo.

Deseo sepulcral encuentro con el dolor
te nombré…

Cándida y yerta agonía
tú envoltura orgásmica quiero poseer.

Dulce melancolía permanece aquí,
en tiempo y espacio.
permite que te pinte,
con mi pluma de pintor rupestre
hare trazos incoherentes
en lo más oculto de la acuarela
donde guardo creyones y lápices

Oh, aliento divino…<<<<<<<trágame
tú envoltura orgásmica quiero poseer...

Ramón Pérez
@rayperez
Septiembre 2018
Cabimas, Venezuela
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Poeta: Que la trinchera sea nuestros versos

Llamo a esa Generación Rota,
a ese grupo de poetas que buscan dominar las letras,
un hueco en esta España yerma,
un arrebato de sueños entre difuminadas izquierdas.

Llamo a Eleutheria
y a Marta Synés
para que me muestren
la fuerza de todas las mujeres.

Llamo a Bolibic
y a Saudade
porque la resistencia y las libertades
van de la mano de los sentimientos personales.

Llamo a esa Generación Rota
que busca al calor de sus notas
un rincón entre tanta soledad para que les acoja,
un refugio para huir en ciudades que nos abandonan.

Llamo a Kosti y a Escerezan
porque no hay revolución sin ideas sinceras,
no hay belleza sin la soledad que nos apresa,
no hay alegría sin levantar trincheras.

Llamo a Grecia y a Lura,
al amor, a la amistad, al sol y a la lluvia,
a la naturaleza y los barrios, a quien trabaja y a quien estudia,
a quien realiza donde y cuando puede contracultura.

Llamo a esa Generación Rota,
a ese grupo de poetas que logran luchar con todas sus fuerzas,
que construyen poesía a pesar de que no sea de altas ventas,
que todavía tienen esperanzas para aspirar a que la libertad sea nuestra.


Gracias por evadirme tantas veces con vuestra poesía.
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Adiós

Adiós te digo pero no porque lo confundido me dijo adiós y no puede decir nada mi conciencia a tal fracaso en el presente como en el pasado y lo que pasará en el futuro

Con el dolor en el corazón que se desesperan por decir lo que no debe y se equivoca en algo que no paso y que iba a hacer pero si l destino no lo quiso así y se separó para decir adiós

Entonces puede decirse adiós pero un adiós intranquilo que duele y sufre por la verdad oculta que nunca se dirá pero muere el l sentimiento de este corazón que dice adiós para siempre
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Bajo el cielo de Nerón

Extrañaba un deseo
directamente interno,
dando sentido al hoy.

Sentimientos en acción.

Agarradas a sus versos
presos al ordenador.
Siempre en su obstinación.

El romance no existe.

Tan solo es poema,
no hay poesía en su interior.
Exhala tu emoción.

-¡Ludita desiste!

Gritas tu amor,
por lo material, nada más.
Recapacita tu condición.
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4comentarios 62 lecturas versoclasico karma: 122

Tú eres

Sara tenía un hermoso plumaje blanco, ojos negros, su pico era muy rosado tanto como sus pequeñas patitas que solían dejar huellas en las plazas. Era una paloma muy hermosa y aunque solía enmugrarse mucho era digna de admirar.
Su color favorito era el azul y por esta razón quería convertirse en un hermoso azulejo como los que solía ver cada mañana en los árboles de los parques. Cada vez que los oía cantar ella también lo hacía, sus compañeras de vuelo solían burlarse de ella, otros intentaban que entrara en razón y le pedían que se amase a sí misma y aceptara el cuerpo en el que había nacido, pero Sara comenzó a creer que todos estaban en su contra porque no apoyaban su sueño y llena de ira se marchó al otro lado de la ciudad. Mientras volaba pudo notar a aquellas hermosas aves que ella tanto envidiaba, se detuvo en un lago y se miró en el reflejo que éste destilaba. Notó que su cuerpo era mucho más grande que el de ellos, su pico no era el mismo, sus ojos tampoco lo era y se odió mucho por no ser igual a ellos; De momento, a su mente se le vino un plan que cambiaría su vida y sin dudarlo ni un segundo, voló rumbo a la ciudad y se lanzó contra un pote de pintura azul que vio en la mano de un hombre y al instante todo su color blanco fue cubierto; Llena de alegría volvió a casa porque según su pensar era un azulejo sólo por portar tal color. Al verla, algunos se burlaron, otros, se llenaron de tristeza, otros, la apoyaron. Las palomas comenzaron a preocuparse y a pensar sobre qué hacer con este pequeño problema hasta que decidieron que lo mejor sería quitarle la pintura, pero fueron pocas quienes se oponían a la decisión que su amiga había tomado, por esa razón Sara comenzó a creer que era un hermoso azulejo hasta que llegó a olvidar su verdadero origen; ya no hacía cosas que las demás sí porque la pintura estaba dañando su plumaje, ya no volaba como solía hacerlo, dejó de cantar y de comer las semillas que los ancianos le lanzaban. Se sentía hermosa siendo azul como el cielo y aún más segura cuando las demás aves la defendían de quienes no estaban de acuerdo, para ella todo estaba bien y quienes debían cambiar de mentalidad eran quienes no aceptaban lo que Sara sentía que era.
Un día, mientras caminaba en el bosque, un viejo anciano que ya no podía ver muy bien la tomó pensando que era un azulejo y la llevó a su casa donde muchos de ellos vivían encerrados. Al llegar intentó meterla dentro de la jaula pero ésta era muy pequeña para ella, al anciano le pareció un poco extraño, tomó algunos alambres y le hizo una jaula un poco más grande donde la mantuvo muchos días. Todos la miraban asombrados y otros con temor pero ella se sentía muy feliz de que alguien por fin reconociera que era un azulejo porque ella lo sentía dentro de sí. Llegó la tarde con sus bellos colores, la noche con sus bellas estrellas y la mañana con su sol de verano en donde todas las aves cantaban menos Sara.
Al pasar los meses el anciano comenzó a notar que este gran azulejo no hacía lo mismo que las demás, la tomó y la observó un poco más. Sara ya casi no tenía plumaje, la delgadez que poseía espantaba, sus patas se habían vuelto gruesas y llena de heridas, la pintura se había escurrido casi en su totalidad al igual que su bello color blanco. El anciano tomó agua y la bañó haciendo que la el resto de pintura se escurriera de lo poco que quedaba de su plumaje.
Sara, llena de temor se defendía como podía e imploraba que no le quitaran su color, que ella era un azulejo, uno especial y de la desesperación lloró mucho, tanto que poco a poco dejó de luchar. Cuando por fin la tortura se había acabado, el anciano la secó con una pequeña toalla y la puso frente a un espejo diciendo:
“Que tonta paloma ¿Por qué te empeñas tanto en ser alguien que no eres?. No naciste en la especie equivocada, deja de intentar cambiarte. Los sentimientos tienden a engañarnos. ¿No sabes que la belleza de estas aves azules los lleva a una prisión? Tu color blanco es para resaltar el cielo, tu canto grueso anuncia la llegada del verano como el inicio de la nota más grave en las instrumentales de Beethoven y tus patitas rosa nacieron para caminar en las plazas. Puede que no sea la vida que sueñas pero, todos nacimos para cumplir una función especial y si tú no cumples esa función dime entonces a quién le darán de comer los ancianos que se sientan en los parques.”
Aquella paloma se miró al espejo y por fin pudo ver el daño que se había causado y comenzó a pensar en las palabras que este anciano le había dicho. Esperó hasta que sus plumas volvieran a salir y luego se marchó; por fin se hallaba de nuevo en las alturas, ella era Sara, una paloma blanca como las nubes del cielo y hermosa como la sonrisa de los ancianos, niños y jóvenes que la alimentaban.
Voló hacia un lago y se miró en el agua por mucho tiempo y aunque aún amaba el azul del cielo se dijo a sí misma:
“Tú eres lo que ves: eres hermosa tal y como ahora estás. No necesitas ser otra cosa”
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Sin título...

Te escribí,
con ansias
esta mañana.

Acompañada
de un café...

Empecé a
plasmar, en
esta hoja
de papel,
lo que mi alma
me dictaba.

Eran
sentimientos
sublimes, que
desbordaban
mi alma.

Empezaron
a dar forma,
y se
convirtieron
en preciosos
versos,
contando
una historia,

Nuestra
historia...

© Derechos de autor
Isa García
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Mi barco

Cada día mi barco echo a la mar
sin duda habrá días soleados y hermosos
a veces las olas grandes se levantarán
y el tiempo se pondrá tempestuoso

Más navego en mi mar de emociones
recorriendo mi barco de proa a popa
si hay viento a favor o en contra
agarro o suelto el timón decidida.

MMM
Malu Mora



Imagen tomada de internet
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16comentarios 83 lecturas versolibre karma: 129

Silenciados (en colaboración @Pequenho_Ze)

Eres mi recordado romanticismo de esperarte en estaciones rotas
y en habitaciones de hotel de carretera.
Hoy te recuerdo con mis acostumbrados temores de Abril
y con las lluvias perennes del mes.

Vivo instantes de sonrisas aguadas y contención de verdades.
Pero guardo la esperanza apalabrada
para el sueño en el que se cruzan nuestras manos
frente a una eternidad desconcertada.

Te veo sin miedos y me regocijo,
caminas por los espacios verdes tomando el lugar del tiempo.
Dictaminando con firmeza cual nube de río:
- vendrá a la tierra en sus acostumbrados torrentes
llenos de agua sal y madera.

Vendrá, y no seré yo quien lo detenga;
y que traiga en su cauce otros besos valientes
y abrazos impensados.
Pero ay que el puñal afilado de la espera
se cuelga en la pupilas, y llora, y no hay tregua.

¿Dónde estamos?
Si vamos a la deriva sin volante;
cuántos sacrificios de los muertos que nacen…

Silenciados
sentimientos que no saben encontrarse.
En la vida de esta muerte…
   nosotros
     nadie.
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16comentarios 97 lecturas colaboracion karma: 135

Necesidades (1)

Sobran sábanas,
faltan ganas.
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Lo Que Queda

Mi equipaje
se ha perdido
para siempre.

Sólamente
me quedan
dos letras
en mi abecedario:
t-ú.

Y un corazón
que no encaja
en mi pecho,
para susurrarte
al oído
la verde melodía
de un te quiero.


©Alejandro P. Morales.
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14comentarios 138 lecturas versolibre karma: 145

El renacer de un hombre malo

En la luna cuento mil estrellas,
Me siento perdido, sorprendido que no eres parte de ellas.
Cuando caminas hacia mi me ciega tu resplandor,
y después entiendo que no eres parte de las estrellas sino del sol.

Me lleva el viento,
Arrasando con su brisa.
No entiendo el porque,
Pero me enamora su sonrisa.

Antes de conocerla,
Perdido me encontraba.
No pude entenderla,
Aunque su voz me calmaba.

Mi deseo es darle todo,
Sin nada de humillo.
Como toda reina,
Se merece su castillo.

Siempre está en mi mente,
Durante todo lo que hago.
Me siento loco y demente,
Sin embargo su vida no apagó

Seria muy dificil,
Ver que no estas aqui.
No me gusta la idea de,
Tener una vida sin ti.

Cuando la perdí,
Supe que cometi un error.
Cuando creci,
Comprendí que fui tu peor amor.

Se murio una flor,
Y cambio de color.
Ella fue mi todo,
Ahora solo hay dolor.




Después nos encontramos y lo volvimos a intentar,
Ella me conto que por mi culpa ya no podia confiar.
Le pedí perdón me dijo que lo intento lo mejor que pudo,
Se tardó en decirme que cuando volvimos la confianza nunca estuvo.

Intentamos bailar para recuperar lo que pasó,
Lo intentamos 1000 veces pero no funciono.
Perdimos toda la emoción y todo el sentimiento,
Este amor fracasado fue nuestro destino desde nacimiento.

No puedo decir que no llore,
Estuve tan perdido que a Dios le ore.
Me dijo”Hijo mio que raro que estás aquí”.
Le dije “Padre no puedo seguir sin ti”.

Lo intente y me perdi,
Aunque lo encontré y lo creí.
Perdon por abandonarte,
Gracias por estar aqui.

Perdí mis esperanzas,
Pero tu me las distes.
A todos les dije que estabas conmigo,
Y creyeron que fue chiste.

Después de años,a mi vida la devolviste.
Después me dijiste,“Hijo ahora puedes reparar la flor que rompiste.
Gracias padre, por esta nueva oportunidad,
Me has ayudado a ser un hombre que ella pueda amar.
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Sueño de ti

Cuando el deseo de verte
acompaña al sentimiento ,
el cuerpo añora el momento
de caricias que no están..
Mis labios aún saborean
el beso que tu boca regaló,
mi corazón que te amó desde
la primera luna y mi alma
que está en penumbras
busca la luz de tus ojos ....
Puse tus huellas en remojo
y aún se ven en mi piel ,en
mi sueño soy corcel que
cabalga tu cintura,tus
montañas,tus llanuras,
pastando en tu corazón ...
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11comentarios 74 lecturas versolibre karma: 133

Espectacularmente Enamorada

Hoy conocí al amor…

Este vestía un pantalón de mezclilla y una

Camisa vaquera a cuadros.

A pesar de no ser de la ciudad un

Caballero con racimo en mano.

Tan educado y calmado que ni una

Gota ha tomado.

(Suspiros)…. Tan solo ahora

Su nombre necesito conocer para que

Amor no sea solo mi interés.

Saber ¿quién es?

Un caballero respetuoso ó solo

Un juglar* de sentimientos y emociones.

Espero corazón que tu compartas los gustos

Por él como mis ojos deseos de estar con él.

Conocer un amor que no se rompa en decepción

¿Hoy en día es lo común?

Escuchar por interés y no solo quedar

Como Inés para sacar provecho como Rafael.

Entiendo que no solo por sentir cosas en el cuerpo

Es amor sincero y verdadero.

Aunque este tan enamorada no puedo dejar de

Estar preocupada.

Espectacular no es ser dramática para llamar

La atención sino lista para no perder la precaución

De otro roto corazón.
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sinècdoque

sinècdoque de mi
justo al nombrarte,
me salgo de la cola
y muy aparte
escribo esta mujer
tendida en la deshora...
el empeño de ver
la ausencia de tu sombra

escribo este crujir
congelado de euforia...
infecta de esperarte
la sangre hostiga rota,

creo en los anticuerpos...
de la ternura crónica
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5comentarios 60 lecturas versolibre karma: 117

desde el temblor...

desde el temblor del nunca,nada, nadie...
el hábito: un mercurio trashumante,
si a pesar de algún lenguaje hermoso
yo he hecho del silencio algo palpable
y enunciar la ceniza se convierte
en una forma más de sabotaje...

si desvelada de mutismo lloro...

aunque yo soy mi cuerpo
-ya no me autolesiono-

solo es placer de enmudecer
el incendio periódico en que vivo,
tapiar la voz,
colmarla de vacio,
ese que me convierte en náufraga
culpable de robar
la erótica del frio
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6comentarios 77 lecturas versolibre karma: 121
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