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CLIP:POEMA Texto apresentado em Montevidéu Uruguai 09 2008

Esclareço que meu trabalho é fruto de uma pesquisa e tentativa de expressar meu deslumbramento na descoberta de equações que explicam nossas vidas e apontam soluções para nossos sentimentos de desconheci-mento e estranheza das complexidades de viver.

Até ontem me achava um velho sábio no corpo de uma criança, hoje acredito que sou um adolescente no corpo de um velho com cabelos grisalhos, quase careca. Não me perguntem o que estarei pensando amanhã, pois não quero nem tentar imaginar....

Permanecemos atentos, buscando razões para entender, não apenas o que nos rodeia, mas expressar sentimentos, vontades e respostas ao mundo: buscamos soluções ?

Aos poucos, mas com o tempo percebemos cada vez mais entre palavras, expressões no rosto; cada vez mais entre as linhas e as letras do material escrito. Vemos no material fotográfico, imagens que dependem da qualidade e da definição. Já o desenho, executado como interpretação literal da palavra:desígnio, desejo, tipificado como expressão de uma mensagem, deve ser realizado dentro e com todos recursos técnicos para transmitir a mensagem do autor.

Como a cigana lê a mão e a aparência do cliente, para saber quem é, ou como vai ser o futuro dele ?

Como percebemos as marcas do piso e sabemos ou adivinhamos o que aconteceu ? passou um cachorro sobre o cimento fresco ... uma marca de pneu de bicicleta de um moleque. Rastros.

Os sentimentos também deixam rastros, cicatrizes cauterizam vincos do rosto, dos sorrisos, das lágrimas, do cansaço, da fome e do sono.

Mas a poesia não se encontra na curva da esquina, escondida. Diferente do som, da música, que vem a nós, precisamos procurar as imagens. Temos que encontrá-la nas notícias boas, no perfume que o vento roubou nas flores no caminho. No perfume da mulher que cativa nosso olhar masculino, e vice-versa: quem troca olhares, quão profundo este momento efêmero.

O CLIP:POEMA é uma pequena história com desenvolvimento poético e conceitual (leia-se no lugar de poético = da expressão de um sentimento dentro de uma situação específica explorando as circunstâncias do momento) conceitual= de forma a permitir a construção de situação similar em paralelo com outras variáveis.

Associado a ícones (não meramente ilustrativos) torna-se a poesia visual. Reforçando: não se trata da ilustração de um texto, mesmo que breve, mesmo que a imagem simples.

Existe uma inter-relação entre ambos, complementando e sugerindo interpretações abertas a outros sentimentos.

De imediato a leitura. Instantânea até.
Entretanto ainda é uma situação estática que pode ser ampliada com o recurso da visão periférica, acionada pelo movimento e relacionamento de tempo e seqüência. Em meus trabalhos sinto às vezes a necessidade que tenham um fundo sonoro... mas na realidade, vejo meus trabalhos parados na eternidade, uma nota musical interminável suspensa no tempo...

Então a música: Mozart, estabelece o valor clássico e eterno do momento fugaz da seqüência de notas musicais. Esquece-se momentaneamente a letra das óperas, mas não a música. Ah ! a musica, no frágil instante de sua execução.

A imagem. Permanece também quando obedecendo as regras estabelecidas desde a Grécia, observadas na natureza, no rigor matemático, na compreensão das cores e cada relacionamento possível. A composição, os contrastes, a leitura completa do espaço visual cercando o objeto (qualquer que seja) a pertinência das peças quebradas contando histórias por onde passaram, seu uso e quem as usou. Um conjunto de recursos cerca o conteúdo deste texto, eles se misturam e se completam no relacionamento
entre cada um deles.

 Resumindo, a imagem permanece, a música é fugaz. Mas ambos só serão eternos quando cumprirem seus deveres como elementos fundamentais do diálogo entre os seres humanos. A música vem a nós, a imagem buscamos, as vezes a encontramos. Nos ilude a distância, em São Paulo com tantos prédios é comum observarmos pelas janelas e ao longe observar outras janelas e imaginar tantas histórias, quase que como o filme de Hitchcock... a proximidade nos trás outros elementos que nos permitem entender mais completamente. Nossa busca e surpresa serão fisgados por contradições aparentes, por paradoxos , por emoções desencontradas, até o livre trânsito da informação a se completar em nós, mais um degrau de entendimento do Universo: TO LIVE IS ANACT OF BECOMING CONSCIOUS.

 Compreendemos o universo em três momentos: a) no primeiro contato selecionamos uma fração, um segmento na paisagem; b) em seguida fazemos uma análise da textura, do contexto em que esta imagem se articula se torna legível; e finalmente c) encontramos um ponto diferenciado em que entendemos o porque detivemos nosso olhar. É um ponto que vai determinar todo momento, porque olhamos para aquele local, e ali encontraremos nossa resposta.

 Recentemente me ocorreu o por que do CLIP:POEMA, o por que da poesia: é um eco, a rima é uma reverberação, uma ressonância dentro de nós, de sentimentos de outros, de emoções que são transfiguradas, decodificadas, ampliando nossa capacidade em compreender o próximo, em estabelecer uma relação maior com o Universo.

 E isto ocorre tão instantaneamente, apenas estivermos abertos a que ocorra.

 Citando Maquiavel, “Os homens em geral julgam antes com os olhos que com as mãos, pois todos tem a oportunidade de ver, mas raramente de apalpar. Todo mundo vê muito bem o que aparentas por fora, mas poucos percebem o que há por dentro; e esses poucos não se atrevem a contrariar a opinião dos muitos. O vulgo só julga o que vê.”

 Vivemos em um mundo de ignorância e medo pelos que querem manter o poder. Temos que mudar alguma coisa, o que fazemos ? Onde está a poesia ?
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Felicidad

Nunca pongas tu felicidad en manos ajenas,
Quiérela contigo, que no se vaya con cualquiera.
Se egoísta en cuanto a este tema,
Ni amores, ni familia, ni amigos, que jamás puedan con ella.

La felicidad es tuya, es única
No te lamentes, lucha,
No es el objetivo, es el camino,
Es la vida, y hay que morir por los sueños perdidos.

Sigue amando, disfrutando,
Sé cómo el aire que fluye sin permiso,
Como un crio que ríe sin motivo.

Ciérrate en ti y siente,
Vuelve a sentir los susurros de quien fuiste y de quien eres.
Vuelve a ser eterno queriéndote como al principio.

Quédate aquí por el tiempo que se te ha dado,
Vive tu presente, olvídate de tu futuro y de tu viejo pasado.

Escribe tu historia,
Mata a la desidia,
Se educado con la vida,
Y nunca ignores el valor de una sonrisa.

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Sol por cobijo

Sal de mi sombra alma mía,
sé tú misma,
por una vez en tu vida
deja de andar engañandote
¿que no ves que esta vida
es corta e irrepetible?
¡No te mientas, pisa firme!
No cubras el sol con un dedo,
no inventes puertas
que no existen,
porqué no habrá salida,
ni te cubras detrás de otros seres
dale vida, valor
a ese ser que tú ya eres
¡pues eres maravillosa,
fuerte, única!
No te pierdas en invenciones
que solo te dejan más vacía,
más perdida crece de una vez
¡sé valiente!
No te cubras en mi sombra
alma mía deja el rayo del sol
entre en tu vida
que ese rayo sea tu guía
no oscuridad, sino
¡luz de mediodía!
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A la mujer Nicaragüense

8 de Marzo día internacional de la mujer.

-Mujer esforzada, mujer valiente, mujer virtuoso; Tu mujer que llevas en tus espaldas el peso de una familia nicaragüense, que con el sudor de tu frente al pasar del tiempo tendrás entre tus hijos: Ingenieros, Docentes, Masters y Poetas. Inspirados por un amaré, por un pais, llenos de patriotismo, amor y servicio a los demás hermanos patriotas.

-Mujer trabajadora, mujer trabajada con canas de valor, a ti linda y hermosa que vas como el otoño, pero muy llena de vida, quizás con arrugas, y muy valorada por tu patria; El amor en ti se encuentra y la paciencia también.

5_5_18. León, Nicaragua. Daniel Zambrana.
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3 minutos

Tres minutos para llorar
tres minutos para sufrir
toda la vida para sentir
el infinito para soñar.

Tre minutos para cantar
tres minutos para escribir
tres minutos para existir
tres minutos para callar.

Tres minutos para aprender
a valorar el presente
y retener a la gente
que vale la pena querer.
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El Efecto Perfecto

El efecto perfecto
entre el éxito y el fracaso
se llama esfuerzo.
Apunta alto,
toma fuerza,
¡Dispara!
Que se oiga bien alto,
que retumbe el tambor,
que suene la danza,
que nos llevan las ganas,
que comience el baile,
que repartan las cartas.
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†Mi Despedida, El Adiós De Un Amor De Verdad†

- Sabes que siempre se me ha hecho mas fácil escribir que decírtelo y ahora kiero despedirme así:
- No se como empezar.
- No encuentro las palabras precisas para decirte lo que siento.
- Me duele escribir cada palabra, quisiera que nunca hubiera pasado lo sucedido, por que me lastima saber que nunca te interese, que solo fui un tonto que se humilló para que supieras que te quiero, sé que el error fue mío, por no saber olvidar, por creerte cuando una tarde dijiste que te interesaba, por quererte cada día más, por intentar hacerte saber que te quiero, por intentar estar contigo un solo momento.
- Aquel día solo fue uno más, que tal vez, para ti no fue nada, para mi fue el nacimiento de muchos sueños y esperanzas, que no dejan de ser eso, ambos lo sabemos, un sueño que nació simplemente tu mirada, pudo permanecer con tu silencio y se destrozo con tu indiferencia.
- Y por más que todo mi ser sepa que para ti no fue nada, como prohibirle a mi corazón que deje de soñar, de sufrir, de llorar por un amor que no funcionó.
- Cómo hacerte entender que el destino hizo que te tuviera tanto amor?, ese amor puro que solo busca tu felicidad al punto de preferir que no estés conmigo, que estés con aquella persona que tiene para darte lo que yo no tengo...
- ¿Tan poca cosa soy? ¿Tan poco me valoras?
- No te culpo, no soy lo que realmente esperabas para llenar tus expectativas, pero no puedo dejar de preguntarme porqué tú llenas las mías cuando lo único que consigo son lágrimas.
- Una vez fuimos amigos, no hace mucho, pero nunca llegamos a ser grandes amigos, no nos alcanzó el tiempo porque cuando parecía que las cosas mejoraban algo pasó que te hizo valorarme tan poco, creerás que no recuerdo esos días, no obstante yo recuerdo cada detalle, cada palabra, las que ahora no tienen ningún valor para ti. - Siguen pasando los días y yo no me quiero resignar a perderte, aunque sepa que así lo tengo que hacer, y a volver a saber de ti, a escucharte, o a verte de nuevo, aunque yo ya sepa que no tengo valor alguno para ti, porque aunque pasaste por mi vida tan rápido, te quedaste en lo mas profundo de mi y dejaste huellas imborrables.
- Ahora y siempre me preguntaré:
- Algún día sentiste amor?
- Llegaste amarme en algún momento?
- Y después de esto...
- Creo que a estas preguntas no les encontraré respuesta hasta el día que te vuelva a ver, y estés dispuest@ a hablar olvidando solo por ese momento nuestras diferencias, aquellos problemas y a las demás personas, que seas tu mism@; aquella persona del que me enamoré.
- Porque quedaron muchas palabras por decir en el aire, mismas que aun mantengo la esperanza de poder decirte y de que me puedas oír olvidando prejuicios y siendo tu.
- Necesito saber lo que sientes y esta vez quiero que me hables con el corazón y que en tus ojos solamente este la verdad.
- Pero...
- Si esta petición llegase a parecerte demasiado, Perdóname por ofrecerte lo mejor de mi Vida por dártelo todo, si me he equivocado...
- Las esperanzas son las que ayudan a mostrar en mi rostro una sonrisa más espontánea y alegre, que oculte el dolor que causas, el que espero que nunca sientas el que vuelve tan solo con escribir estas palabras, tan solo con recordarlas.
- Hoy me encuentro en la tristeza de mi soledad, infinitamente pasada, amargando cada momento en que te recuerdo, llorando tu indiferencia hacia mi, y entre tanta incomprensión, mis pensamientos solo se nublan guardándose las cosas que no se pueden decir; que solo se puede sentir.
- Y solo pienso:
- Cómo serían las cosas si pudiese romper las barreras para llegar a ti, ahora que tanto te quiero.
- Solo quiero que sepas, que así como las situaciones se dieron, de esa manera tan doloroso para mí y tan espontánea, de la misma forma en que me dolió saber que te perdí, sin al menos llegar a tiempo para que supieras quien era realmente.
- Ayer quise decirte que te amaba, que me perdonaras si en algún momento te dañe, que todo fue sin querer, porque deseo lo mejor para ti.
- Recuerda hay 3 cosas que no se recuperan en esta vida.
#1.- La flecha lanzada...
#2.- La palabra dicha...
#3.- Y la oportunidad perdida...
- Deseo que tengas la felicidad que nunca pude darte.
- Te amaré por siempre en mi silencio... y Perdóname por creer que eras tú la persona indicada, aunque así lo diga mi corazón.
- Gracias por todos los momentos maravillosos que me diste.
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no lo haré...

no me pidas que regrese
no me insistas, no lo haré
si no supiste valorarme, no es mi culpa, te tocó perder.

no me pidas que te escuche
no susurres, no lo haré
siempre con psicologías, haciéndome sentir culpable para que pudiéras lograr sentirte bien cada vez.

no me pidas ser la misma
ni lo intentes, no haré
fueron muchos los problemas y no todo lo arregla un "tranquila, ya estoy bien"

hoy escribí estos versos
y no es porque quiera volver
es mi manera de decirte adiós
sin que me quede nada en la piel.
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8 estrellas en peligro de extinción (2da Parte)

Lo importante en este pais es que los profesionales, técnicos y obreros lo logren;
es decir que, puedan lograr desarrollarse cada quién a su manera.
No haciendo rico al más rico, ni pobre al más pobre,
pero tampoco quitando oportunidades al que obtuvo una carrera.

Lo ideal entonces, es que cada quien tenga la misma oportunidad,
¡pero no como en el 2017!,
donde se había consolidado una imperdonable igualdad.
Y vez de obtener riquezas, las veíamos en forma decreciente.

Claro, ese es el objetivo del populismo;
hacernos todos iguales en pobreza,
y de paso, a obligarnos agradecer a un clientelismo
por darnos migajas para poner en nuestras mesas.

Y es que, una sociedad para ser desarrollada,
debe aprender a no dar las gracias cuando un gobierno la ayuda.
Pues ese, es su trabajo con políticas planificadas
para traer estabilidad a una nación sin emitir alguna duda.

¡Ojalá hayan entendido este mensaje!,
nosotros como sociedad debemos ser críticos y exigir más.
Pues el éxito ocurrirá al añadir complejidad a las demandas sociales,
y no conformarnos con techo y comida, eso lo debemos superar.

Verán, los países desarrollados no lo son por tener mucho dinero
o porqué tienen suficientes recursos naturales para la producción.
Estos lo son, por sus capacidades de exportar desde enero
hasta finales de año sus productos en buena dirección.

Es decir, se abren con lo que poseen al mercado internacional,
para que sus empresas compitan en el interior y exterior.
Logrando una producción óptima para el consumo nacional,
y generando altos ingresos constantes, como un país domador.

Por tal motivo, no sólo es el petróleo lo que debemos exportar,
es más, me atrevo a decir que ese recurso es nuestra maldición.
Pues generó una dependencia que no hemos podido solucionar
además que, es el culpable por el cual se acuda a la corrupción.

Enfoquémonos entonces en este siglo XXI;
existen otros recursos que tenemos en nuestro territorio físico.
Los cuales, nos darían altas ganancias en el cercano futuro
solo sí, empezamos a venderlos por el Océano Pacífico.

Tenemos corvina,
además de coltan,
uranio en un gran número de minas,
y los mejores productos agrícolas que se puedan encontrar.

Pero dirán: ¡no tenemos salida por el Pacífico!, y es la verdad;
por eso, Dios bendiga la diplomacia.
Debido a que cerquita de nosotros existe un canal
él cuál, podemos utilizar para venderle ahora a la gente de Asia.

El auge económico de los tigres asiáticos,
es una realidad en este siglo.
Vendámosle nuestros productos a esos nuevos actores mediáticos,
para quitarnos la dependencia de la venta del petróleo a los gringos.

Pero este plan requiere de inteligencia, astucia y dedicación
pues eso, mejoraría la situación económica de nuestro país.
¡Ah se me olvida, que para efectuarlo no debe existir corrupción!.
¡Qué lástima olviden todo, por eso este plan no será viable aquí!.

Por otro lado, ¿saben cuándo empezamos a amar la República?,
cuando hubo el éxodo masivo de habitantes de esta nación
hacia el país de al lado, buscando con desespero ayuda pública
además, de buscar a nuestras vidas una mejor solución.

Pero sólo en ese momento de angustia y dolor,
valoramos lo que una vez tuvimos y dañamos,
actuando con tanto libertinaje, y no teniendo amor
a un país que, nos dio todo y lo perdimos por actos crudos y amargos.

Tuvimos que esperar que otras naciones
nos trataran con xenofobia,
por no entender que con erróneas nociones
un país se destruye, y no se desarrolla.

Nociones de la vida y de la política que tuvimos, es que me refiero
pues decían: ¡actuemos sin ley!, a esto es que yo difiero.
Pues eso, trajo que esta nación fuera asesinada a balazos,
apoyando un clientelismo hasta que llegamos al fracaso.

¡Ojalá hayamos aprendido la lección!.
A no seguir con esa actitud que fue la que nos llevó a prisión.
Con prisión, me refiero a lo que se vive en el país con la crisis;
porque qué crisis tan horrible, sólo nos hace falta un ataque de ISIS.

Por ende, estos poemas se escribieron para que este país los leyera
y entre todos, pudiéramos reflexionar.
Saber que, como hemos venido actuando no es la mejor manera
pues al final, sólo hemos logrado decepcionar y hacer llorar.

¿Ó ustedes creen que nuestras madres no sufren
cuando ve partir a su cría
ya sea que, fuera asesinada por la inseguridad impune,
o cruzando la frontera buscando mejor vida?.

De verdad, es injusto que los jóvenes luchen por esta nación
pues cada acción, tiene una consecuencia y responsabilidad.
Y es qué, los que metieron la pata fueron de otra generación,
que trajeron y defendieron el populismo a cabalidad.

Pues no vamos a caernos a mentira,
hace dos décadas ustedes tomaron una decisión.
Los electores a finales de los 90', creyeron que por obra divina,
esas votaciones realizadas un diciembre nos traería solución.

Respeto la opinión de cada quien y la diversidad,
pero si en ese momento apoyaste, y ahora no estás de acuerdo
eres tu quien debe pagar,
luchando por tu error cometido, y no un joven fértil y cuerdo.

Saben muy bien a lo que me refiero,
pero ese es el problema de la población en este país.
Cometemos errores más grandes que el cielo,
y luego esperamos que otros me los resuelvan por mí.

Pero bueno... ¿ya que más se le va a hacer?,
Seremos nosotros los jóvenes quienes buscaremos una solución.
Te hablo a ti, joven dentro o fuera, y que aún no se deja someter
y él que para la década del 2020 debe cumplir con su misión.

La misión de mejorar esta nación;
de sacarla del atraso.
Por eso, estudia y fórmate en cualquier área que satisfaga tu razón,
porque tu deber es estar aquí, y solucionar nuestro futuro nefasto.

Pero no mediante guarimbas o violentos golpes de Estado.
Estamos en el siglo XXI
así que, utilicemos eso que tenemos al lado,
y hagamos uso de la tecnología, para no tener miedo alguno.

Vengamos con un proyecto de país bien pensado,
y con una ideología clara que lo acompañe;
pero nada retrógrado, como ciertas ideologías del siglo pasado,
sino llevando de la mano un desarrollo ilimitable.

Aprendamos de los errores, antes que la poca razón se pierda;
como creer que algunas coaliciones representan el mesianismo.
Razón tenía Hale: "La América Latina de derecha o izquierda,
termina creyendo en la corrupción, nepotismo y centralismo".

Por ejemplo, otro error cotidiano de mi sociedad,
es calarse una gran cola para ir a votar
y luego esperar que, el candidato que eligió
resuelva sus problemas por 4 o 6 años, para seguir con el vacilón.

¡Oh nación mía, sé que estas decepcionada,
por tener unos hijos tan mala conducta!;
pero tranquila, sé que algún día serás curada,
pues no pierdes la esperanza de que cambien de manera abrupta.

Sé que eso parece una misión imposible.
Pero quien quita que, después de esta crisis hayamos madurado;
que convirtamos ese conformismo en un acto invisible,
y empecemos a tener la conciencia ciudadana de nuestro lado.

Porque cuando yo imagino un país perfecto,
me refiero a que, en las cárceles no manden los pranes.
Sé que no puedo pedir que todos seamos honestos
pero tampoco es ver que, después de las colas se revendan los panes.

Y es que, eso es lo que tiene dañada esta sociedad,
creo que acabo de descubrir quién nos está llevando al abismo;
me refiero a los intermediarios que a todo le quieren ganar
un 1000% a los productos que obtuvieron debido al facilismo.

Lo malo es que, esos intermediarios comerciales
son así, porque alguien les dio el ejemplo.
Pues los primeros en realizar estas atrocidades
son los funcionarios políticos, ellos son los maestros.

Y quien no crea, investigue las "triangulaciones económicas".
Estas son acciones realizadas con una curiosa isla del caribe
en la cual, se cambiaban divisas por médicos de forma periódica,
y con ese dinero, la isla compraba productos de alto calibre.

Luego los productos se revendían nuevamente a nuestro Estado.
Así es estimados lectores, este país pagaba dos veces
por insumos que, pudimos adquirir más económicos y al contado;
pero no eran los planes de la corrupción, ni los que la obedecen.

Espero hayan entendido esa triste realidad,
por eso, no creamos lo que nos dicen los políticos generalmente.
Más bien, antes de apoyarlos pónganse a investigar;
bien dijo Humberto Eco: "En política no hay discurso inocente".

¿Quieren saber el mejor concepto del Poder en la ciencia?.
Aquél, que expresaría Thomas Hobbes a lo largo de su vida,
y es: "cautividad de entendimiento para lograr obediencia
allí, donde la obediencia es debida".

Y ese concepto del poder es el que nos han impregnado;
pues nos dominan desde nuestro subconsciente.
Ya sea con discursos, o dándonos algo cuando estamos necesitados,
es decir, a partir de ese momento dominan nuestras mentes.

Por eso, a veces nos comportamos como serpientes encantadas,
y nos arrastramos a un juego diabólico donde somos la carnada.
Tampoco quiere decir que, somos santos y nos dejamos alienar,
pues algo se busca obtener, ósea no tenemos fuerza de voluntad.

Eso se acabará el día que nuestra razón social
supere a nuestros intereses individuales.
¿Y eso cómo se podrá lograr?;
cuando seamos autosuficientes, y no creamos en falsedades.

Por eso antes de morir, yo debo ver como mi nación se despliega
hacia una democracia que no esté rota,
con una justicia que sea ciega,
y donde la motivación ciudadana por el desarrollo no se agota.

Si ya lo sé, hablo y hablo de desarrollo.
¿Pero a quién no la va a gustar,
vivir en este país sin depender tanto del petróleo,
y andar por las calles con cero inseguridad?.

Continuara...
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Otro tipo de duelo (a @raulrib2)

Otro tipo de duelo
es al que yo me refería..
Sin embargo tú le viertes,
como jarro de agua fría,
pellizquitos a tus versos,
que rebosan poesía.
Con tu fábula diviertes,
tocas bien la fantasía.

Por supuesto, entro al barro,
como ves, no soy de lides,
yo soy más de porquería.
Pues mi dama calzaría
chal, tejanos y un cigarro.
Y si gano se despide,
por tener vacío el tarro.

Por si acaso, no te olvides
que tú te has subido al carro,
que otro gallo cantaría
con tus textos de a diario.
Ya no me sorprendería
que te unieras al becario
Rafapuello y compañía,
alumbrando tu poemario.

Y ahora sí fiel adversario,
que rebrote la poesía.
Que parece que por miedo
ya cerraste tú tu cuento,
laureado caballero
de las tierras del tormento.

Es verdad, no soy poeta
ni tampoco un vil farsante,
pues yo ya lo dije antes.
Soy de padre anacoreta
y de madre fabricante
de mis sueños, de mis metas,
y de hermano “echao” pa‘ lante,
que me presta sus recetas
de valor y ser constante.

Y te admito que mi día
viene frío por momentos.
Pero en fin, te mentiría
si asintiera que no siento
cosquilleos en la lira
que se escucha desde el viento
que tus rimas soplan lento.
No lo digo y me arrepiento,
ahora a ver si lo solvento.

En el cielo está el añil
que repinta nuestros duelos,
y que salvas por los pelos
al no decir que es azul,
y encauzarlo por lo bello.
Ya te contesté Raúl,
si no has quedado contento,
un relato varonil
de esos tuyos y reviento,
que esto comenzó en Abril
y aún en Mayo lo contemplo.
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Gracias, MacZarzosa

Respetando el silencio de sus letras
yo presento el reposo de las mías,
en el fragor de esta grande gesta
como fue… combatir contra su poesía.

Para mí ha sido gran honor
presentar en el campo de las bellas letras,
las rimas de mis versos con valor
frente a este, admirado y gran poeta.

No fue fácil para mí
dirimir con su poesía,
pero me sirvió porque aprendí
a escribir con valentía.

Vencido no me declaro
pero tampoco ganador,
lo que si me queda claro
es que soy su nuevo admirador.

Por lo que a este poeta contendor
de letra filosa, aguda y también lujosa,
lo declaro: justo vencedor,
y le digo: gracias por el duelo…MacZarzosa…!

Rafael Puello
Barranquilla - Colombia
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El mismo círculo

Y es que siento que vuelvo al mismo circulo
donde no me encuentro,
ni encuentro lo que estaba buscando
que al parecer se reduce a nada
Rodando y repitiendo el ciclo al cual me he acostumbrado
Y me encuentro en el mismo círculo
donde el alma grita de desespero por no escucharla
Donde la desolación carcome el sentimiento de añoranza
Y es cuando no entiendo o,
No entendía el por qué de mi angustia
creí que solo se marchitaba
Por el hecho de no confrontarla
Por el hecho de querer olvidarla y jamás recordarla
Por eso hoy cuando siento que solo la omití
es cuando siento que vuelvo al mismo círculo
cuando creo hacer algo bien
pero no destierro la incomprensión que hallo en mi ser
simplemente por no comprender que no quiero ese
Querer comprensivo que me hace ser algo que
Añoro ser y me aleja más de lo que realmente decido ser.

Mi pregunta existencial y la duda que me corta las entrañas
¿Por qué no aceptar de una vez que soy eso que siempre rechace?
Y es que siento que vuelvo al mismo círculo cuando me comporto
Como la persona egoísta que suelo ser
Cuando soy la persona que tanto odio
que no es más que el reflejo de mis papás
Cuando puedo ser un nuevo libro
y decido ser el peor valorado
Cuando no me amo a mi ser en su esencia
Cuando mi sustancia quiere salir
y la encierro de por vida en mi alma
Cuando busco justificaciones en dudas que no he resuelto
Y que se forman como grietas
De soledad en mi
Y sobre todo cuando siento que el amor que te puedo brindar
No es agradecido conmigo, contigo ni con los demás
Y allí es cuando siento que vuelvo al mismo círculo
Entonces vuelvo a empezar.

El desaliento se invade en mí como un océano sin fin
Me desplomó y es cuando
Lloro
Grito
Me acorralo,
Huyó y me encuentro en el mismo círculo.

Al mismo círculo ya no vuelvo por que ya me encontré
Y encontré lo que estaba buscando
que al parecer eso que buscaba ya lo tenía
y se reducía a todo
Rotando y siguiendo la línea recta de la vida,
sin repetir costumbres del círculo
que en ese entonces era mi vida
Ahora no me encuentro en el círculo
Me encontré en la línea recta
Donde mi alma grita y la escucho
Donde mi añoranza se convirtió en realidad
Y es cuando entiendo el deseo de mi angustia
De romper con las costumbres altruistas
Y egoístas
Que solo querían convertirse en cosas rotas.
Y hoy cuando siento que ya no la omití
Que desenterré eso en mi
Es cuando ya no me siento en ese mismo círculo
De la incomprensión irracional que habitaba en mi ser
Ahora comprendí que realmente
quería ese poder comprender
Ese -no querer- que me rehusaba a ver.

Me encuentro en una línea llamada vida donde no hay
Preguntas existencialistas
Donde nada corta mis entrañas
Por qué no volví al mismo círculo
Por qué fui capaz de entender
Que lo molesto para mí no es más
Que lo molesto que tengo yo
y que no lograba ver por la
Ceguera que causaba mi falta de comprensión
Aprendí a amarlo como un error poco transcendental
El cual es sencillo solucionar
Me convertí
En una persona egoísta solo con mi amor propio
Para llegar al punto de amar con la misma intensidad
La cual me amo a mi antes que a los demás
En una persona capaz de tomar las fortalezas
De sus padres y convertirlas en suyas
Donde los errores solo son una guía
Para solucionar la línea recta
Que decidí emprender como vida
En una persona que es un libro en blanco
Capaz de agregar un capítulo diferente cada día
Y no darlo por hecho todos los días
En una persona que se ama inmensamente como es
Qué no le da miedo mostrar
Su esencia más pura
Por qué no somos lo que recibimos,
somos lo que damos hacia los demás
Por qué ahí es cuando
nos estamos dando a nosotros mismos en realidad
En una persona
que ya no encierra sus miedos y virtudes
Solo les brinda el derecho de ser libres
En el goce de su plenitud para así
No cohibirse por horror a desinhibirse
En una persona humilde
Capaz de aceptar sus errores
Y no arrastrarlos con juicios arbitrarios
Sin sentido
Ahora siento más que nada en la vida
Que no me encuentro en ese mismo círculo
Por qué el amor que te puedo brindar
Es agradecido ante todo conmigo, contigo
Y con los demás
Por eso sé que no vuelvo a empezar,
Solo sigo, sigo y sigo
En mi línea recta que logre crear
Y nombré Mi vida.

El aliento se invade de mi
Como un océano sin fin
Me animo
Y es cuando
Amo
Salto
Corro y sigo mi línea recta.
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Mi mejor lector

LAS CENIZAS DE UN ANÓNIMO.

MI MEJOR LECTOR.



No acepte ser parte de ti, pero sin darme cuenta hoy lo soy.
No acepto que seas mi complemento, pero sin ti, soy solo un libro que nadie leerá.
Sin ti, soy solo un poema que muere desconocido, un verso que no se susurrara al oído de alguien más.
Hoy, doy toda mi atención a tu vida; mientras la mía se escapa corriendo asustada, y se esconde detrás de algunas hojas en blanco que aún no se animan a contar historias.
Sin notarlo, me he convertido en todo aquel que teme mirar de frente sus pupilas.
Me he vuelto parte de quien no se atreve a más, y me busca, para encontrar sus motivos de intentarlo.
Hoy, soy el fragmento de valor que le hace falta a una mujer o un hombre, que al ver un espejo no sonríe, que evita su reflejo, baja la frente y mira al suelo al no tener palabras para motivarse.
Quizás, jamás llegue a ser los soldados de tu guerra, que irónicamente matan, mientras buscan paz, pero sin embargo, siempre les daré las armas que porten, aunque no las cargare, ni tampoco prometo dar municiones.
Tal vez nunca pueda ser la luz que brille e ilumine tus días, no obstante, juro seré la sombra que este a tu lado mientras intentas derretir ese bloque de hielo que es la soledad.
Yo no puedo prometerte limpiar cada vidrio roto en tu interior, ese trabajo te lo dejo a ti, aunque sin dudas, cuando quieras poner nuevos vidrios te brindare mi mano ofreciendo ayuda sin pedir nada a cambio.
No soy más que tinta en una hoja, viendo como versos mueren en tus ojos dando migajas de alimento a un valor que ya no quiere crecer.
Te he visto caer, he visto como tus sueños se destruyen uno a uno, mientras tu entusiasmo se ahoga metido en un frasco, el cual, tú mismo llenas gota a gota con aceite quemado.
Te vi rendirte y dejar todo, te he visto sin ganas de volver a intentarlo, aunque siempre he visto como dejas sin palabras a mi poesía y vuelves a levantarte.
Te conozco, casi nada, igual que como tú a mí.
Hoy somos equilibrio, y aun así jamás seremos uno.
Soy tu motivación, y tú, quien más me comprende, mi mejor lector.


-JOEL B. LEZAMA.
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De Rafapuello a MarcZarzosa

Ya veo que no dio resultado
lo de la piraña de regalo,
porque tu verso salió más bravo
que coscorrón de cuatro clavo.

Pero el duelo así me gusta,
que lo piquen con candela,
porque tu solo verso no me asusta,
es media rima con una prosa que no bisela.

Yo sé que no quieres corazón,
lo que buscas es la estrellita,
y eso en ti no es ningún don,
es tu ego que lo necesita.

Aquí también resalto, lo que tu verso nos enseña,
buenos para castigar a “la manada”,
porque como dice Mary_peña,
tus versos son como una daga bien afilada.

Pero del filo no me preocupo
porque para eso tengo valor,
yo mejor me ocupo
en contestarle al que se cree el redentor.

Lo de la lírica pereza yo lo entiendo
eso está en el ADN,
pero lo que yo no comprendo
es que tus letras se oxigenen

A Galilea le hiciste el comentario,
y me despejaste la duda que yo tenía,
que porque los escritos de mi adversario
después de escritos, tú no leías.

Me di cuenta que debo tener cuidado
conociéndote de lejos,
porque no sé, si en tu rima o en el verso mal ajado
habrás escondido un típico pero lírico señuelo.

Si la espada es tu arte
te aconsejo que primero
acudas a la estrategia de Bonaparte,
porque de tus letras soy herrero.

Rafael Puello
Barranquilla – Colombia.
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RafaPuello

Compañero, ahora sí
veo la saña y frenesí.
Bien por entrar al degüello,
mal por ser ladrón sin credo

que presiente, sin razón,
que su propia condición
es la que manda en el ruedo.

¿Pues no dice frente a mí
que ese duelo lo escogí
por subir mi karma al cielo?
Me gustó verte el plumero…

Yo no quiero corazón,
a la inversa que tu don
no concibo merecerlo.

Pero no hablemos de mí
retomemos lo que vi;
un privado mensajero
con tus planes para hacerlo.

Y aún así tienes valor
de acusarme con hedor
en tu lid de arte mayor…

¿O menor?..no lo entendí,
hay vocablos porque sí,
con la rima sin destello,
qué pereza…RafaPuello.

En respuesta a:
poemame.com/m/versoclasico/respuesta-a-intruso
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18comentarios 126 lecturas versoclasico karma: 109

Cuentacuentos

Estoy perdido como Alicia en el País de las maravillas.
Sigo baldosas que dibujan un camino en círculo.
Intento buscar valor para escapar de aquí,
pero siempre vuelvo al mismo punto
del comienzo.

Me siento y recuerdo aquellos cuentos
que conducían a mundos de sueños,
donde el mar era azul
del azul del cielo.
Aquellos cuentos que decían que eran
tres las hijas de Elena,
tres los cerditos,
tres —también eran tres— Caperucita
el lobo y la abuela.
El gato con botas, el príncipe azul,
la bruja que sabe dónde estás tú,
dónde estás tú.

Sin embargo,
ahora mi mar no es azul de ese azul
del azul de cielo.
Vivo un cuento o como en un cuento
y, al despertar, saber que sigue todo igual,
que no es un sueño.

Que tu historia es una de las de verdad
que miente en los libros, de las que tú escribes,
de las que yo leo.

Quiero despertar...
y pensar como un niño, pensar en un cuento,
buscar la salida a los círculos del laberinto
y sigo
y sigo
y sigo girando
por esas baldosas
por ese camino
que hace que todo final, mi final,
sea como el principio.
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La Vida Hipocrita

Es una vida hipocrita la que vivimos
Vivimos en un mundo donde el falso es valorado
El que no ayuda al otro, el que no es humanitario es el bueno
Es una sociedad que valora la plata en vede la vida
Es una vida hipocrita donde la persona real, que no te miente y apunta para salvar al mundo es un loco, demente y infravalorado
Pero el que genera plata y destruye el mundo es sano y valorado
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Cobardía

Dulces labios, llenos de locura
Te veo, me miras
Mi corazón explota, se me agota la vida

No tengo el valor para hablarte
Estúpida cobardía, de que me privas
De habitar en el verde de sus ojos
O me privas del fracaso y de la ruina

No lo sabré, no lo sabré nunca
Sera mi tormento y todo por tu culpa estúpida cobardia.
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Los Pétalos de la Alegría (poema de mi autoría recitado por Adriana Válor)

Bajo la luz de la luna de Noviembre,

Vuelan las hojas marchitas;

Yo sueño mirando las ramas de los tilos,

Que se han quedado secas.



Recuerdo a un feliz ruiseñor,

En la frondosa umbría,

Aquel día que deshojaba,

Los pétalos de la alegría.



¡Sí, pétalos de la alegría!,

pétalos de tenues colores,

en mis manos había,

de una delicada rosa,

que de amor se moría.



Pétalos deshojados,

Con aroma dormitados,

Despertaron dentro de mí

Los recuerdos olvidados.



¡Ay... quien fuera pétalos,

en el alma alojados!,

para perfumar el corazón,

que siempre ansía ser amado.



Pétalos que reinas en el cristal de las aguas,

Reflejando la belleza

De todo aquel que os contempla.



Pétalos, uno a uno recogidos,

Posándolos en la cuenca de mis manos,

Sonriendo de esperanza,

Pues juntándoos de nuevo,

Volvíais a ser hermanos.



Hermanos, hijos de la misma madre,

Rosa hermosa y delicada,

Que de tus hijos te has despojado.



Rosa que rebosas alegría desbordada

No nostalgia, ni tristezas,

Alegría,

Porque no ha sido una vida malgastada.

@ Katy Domínguez Gómez
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Perdón

Bebe perdóname porfavor
Me perdi en el amor
Te quise amar, pero me llene de dolor
Perdo el sentido del valor
Esta sociedad me enseñó lo erróneo
Yo no escuchaba al conocedor
Sinó a los inexpertos de la razón
Bebe perdóname porfavor
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