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Sin ti

I
Dice una leyenda
Que el amor no existe
Por eso fue doloroso saber
Que fuiste tú la que no existió
Y mi corazón tú lo destruiste
Duele saber que fuiste
Tú la que no existió
Lastimando a este débil corazón.
II
Por eso hoy
Me encontraba solo
Muy triste estuve intentando
Recordar que fue lo que paso
Intento saber porque
Te estoy buscando
Necesitándote en cada
Verso que te escribo
Te estoy buscándote para
Tener un momento a solas.

III
Intento saber porque te estoy
Necesitándote en cada momento
Agarrándome fuerte a el pasado
Buscándote en mis recuerdos
Más infelices sabiendo
Bien que nunca volverás
A miii..
lV
Tú ya me perdiste
No entiendo porque dices
Tu que yo fui el que te perdió
Si solíamos pasar aventuras
Que nadie se imaginaria
Porque fuiste tú la inspiración
De mi vivir.
Ya no sé qué sentir
Ya que tú no estás aquí
No sé nada de ti
Porque tú no quieres
Estar aquí
V
Intento pero no puedo sacarte
Porque te siento muy
Dentro de mí que siento
Necesitarte en cada
Verso que te escribo
Me siento en otro mundo
Donde tú no estás allí
En Aquel lugar no hay felicidad.
Vl
Podíamos aversivo felices
Pero tú te preferiste marcharte
En busca de un amor ya que
Lo que teníamos los dos
Era una relación monótona
Que solo hacía daño
Al alma no se sentía
Nada de sabor ni felicidad
Solo con daños al corazón
Pasando facturas al amor que
Aquella vez existió entre los dos.
Vll
No me puedo explicar el
Porque te estoy buscando
Necesitándote en cada momento
Y verso que te escribo
Estoy buscándote para
Tener un momento a solas
Como aquella ves en el la
Plaza del amor en la que
Yo te jure amor eterno.
Vlll
Ya no sé qué sentir si tú
No estás aquí no sé nada de ti
Porque tú no estás aquí
Siento que puedo morir
Porque que tus labios son la
Cura para este corazón destruido
Que solo busca refugio en tu
Mirar y no sabe vivir sin ti
Porque eres mi inspiración

lX
Regresa a mi regresa a mi
Cambiaria todo lo que fuera por
Ti intentando no retroceder
Aquella ves que tu te fuiste
Y me dijiste que lo de los
Dos nunca podría ser.
X
Hoy veo con claridad
Que tú nunca te pudiste
Ir ya que nuestras
Almas fueron unidas por
Un hilo rojo que se
Nos unió al nacer
Regresa a mi regresa a mi…….
By : JOSUE VIVAS
JS
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Ovilleja y Lira "Gomorra y Sodoma"

Asomado en los balcones,
tapones,
una salida al traspié,
até.
En callejuela yo andaba,
miraba,
qué despacio se sentaba
y observaba a la tendera,
asomarse a la madera,
rincones que yo jugaba.

Quien anda muy despacio
es difícil que tropiece en la vida,
aunque viva en palacio
cien escalas subidas,
si corriera no produjese herida,

pues pausado se queda
por despacio que corra, más se asoma
en balcón que no pueda
el tiempo que se toma,
en destartalar Gomorra y Sodoma.

Alfonso J. Paredes
Derechos reservados S.C./Copyright
Imagen tomada de internet, cuya fuente es: www.google.es/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&a
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O labirinto do caos e da agonia da razão. (Ensayo)

O labirinto do caos e da agonia da razão.

Tudo isso existiu e, depois, deixou de existir, sem que seja motivo de vergonha nem de ofensa para ninguém.
Não projectemos as nossas concepções e avaliações modernas sobre os tempos idos, e sobre as pessoas que neles viveram,
porque o anacronismo é o maior pecado que se pode fazer quando se lida com o passado…
as expressões de nossos pensamentos são condicionadas e limitadas pelos vocábulos existentes em nosso idioma.

Só que hoje parece que entrámos num mundo surrealista, onde os responsáveis fazem as declarações mais inacreditáveis,
com ligeireza e insensatez que tocam as raias da loucura.
Quando acontecer, já a mortandade e o terror deixaram de ser notícia, e o mundo, dessensibilizado, terá adquirido outros hábitos para poder viver com o problema que, como doença, se fez crónico.

Desse modo, surge uma nova concepção de sujeito, resultando em identidades contraditórias, inacabadas e fragmentadas.
Torna-se perigoso quando não se é entendido no assunto. Ainda assim, há quem não esteja completamente convencido.
Quando desperta, não se recorda de nada do que aconteceu durante seu sono.
Mas é fácil contestar esse tipo de afirmação, uma vez que apenas o convívio não é capaz de formar seres conscientes de seus atos, nem capacita-os para desenvolver o pensamento crítico que os levaria a agirem de acordo com uma compreensão mais profunda sobre a vida… com a formação do homem como um ser completo, não apenas detentor de conhecimento,
uma vez que o homem não é apenas um ser racional, mas um ser que sente, que tem vontades,
e principalmente capaz de transcender a si mesmo.

São essas e outras coisas datadas que lhe dão a profundidade da memória e uma identidade no decurso do tempo.
Cada ser humano escreve a história de sua vida nas páginas mentais, isto é, nas células do cérebro.
Quando dizeis que vos lembrais de alguma coisa, o que quereis significar é que estais voltando a uma página anterior
de vossa própria história, que vós mesmos escrevestes.

Da mesma forma, se o mundo e tudo que existe é necessário, não há lugar para uma vontade livre,
uma vontade não condicionada.
Qualquer vontade é determinada por fatores conhecidos ou desconhecidos, que por sua vez, são determinados por outros fatores, até que em determinado ponto da seqüência a vontade (ou a mente) não tenha mais controle sobre estes fatores.
Desta forma, a vontade é determinada em última instância por fatores que desconhecemos e sobre os quais não temos controle.

Os homens, sujeitos às paixões e iras, são inimigos uns dos outros por sua própria natureza. Para lá das nossas emoções e da nossa parcialidade, gostemos ou não do que essas coisas representam, não podemos esquecer que elas fazem parte da nossa história. Portanto, devemos deixar a arrogância de lado e nos contentarmos com o fato de que não somos tão especiais e racionais quanto pensávamos.
Somos apenas primatas bípedes em um planeta que já existia antes de nós, e que, provavelmente, continuará existindo quando nos extinguirmos como espécie… mundo é sempre uma intermediação entre o que existe e nossa percepção;
não existindo uma realidade absoluta. Portanto, a prática de nomear, cuja talagarça é a gramática, não passa da criação de um sistema de categorias para formar os conceitos pelos quais o homem toma os nomes que coloca nas coisas como entes em si mesmos.

Embora a palavra inventada consista apenas numa metáfora, ela se converte num conceito universal e geral de uma experiência singular, e absolutamente particular que o intelecto sentiu numa lida ocasional com o real.
O mundo verdadeiro não serve mais para nada, pois se atingiu o que se buscava determinar ao longo dos séculos de processo metafísico. Temos aí a requisição que promove o surgimento de um discurso acerca da causalidade.
Em meio ao vir-a-ser do fenômeno nos sentimos tocados pela requisição do fundamento de sua determinação ontológica.

Educar para a vida e para a formação completa de um indivíduo é algo impensável nos dias atuais…
ela está assentada na ficção do sujeito que tiraniza a existência por forçar o real a se ajustar às suas idealizações racionais.
A grande maioria dos educadores estão aprisionados em seus hábitos pedagógicos, talvez por comodismo, ou mesmo por estarem tão enraizados em suas ações que se tornaram incapazes de perceberem que para educar um aluno, é preciso estar constantemente educando a si mesmo.

Essa educação de si mesmo compreende a sua formação integral, não bastando apenas o conhecimento intelectual das coisas, mas a compreensão do seu ser enquanto sujeito social e espiritual.
Este algo criado são as interpretações metafísicas, científicas e morais do mundo, da existência e das circunstâncias nas quais um determinado tipo de vida está necessariamente lançado.

Se por um lado amarga-se a falta de segurança e dos pontos de referência, por outro, aumentam os espaços limpos para novas construções. Esta é uma nova maneira de pensar a vivência, como uma conduta criadora. O caminho não existe. Por conseguinte, faz-se necessário construí-lo, e isso é responsabilidade de cada um. A criação é uma atividade a partir da qual se produz constantemente a vida que, por sua vez, está em devir.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez.
(Tanto del texto como de la imagen)


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Donde Se Fue Aquel Niño

Donde estará jugando
Aquel pequeño
Que miraba mas allá de aquella
Pared que se alzaba ante su mirada

Aquel joven que se divertía con sus apreciados juguetes
Pensando ser un héroe y vencer al villano
Ser mas que un gran soldado de plástico
Que luchabas con dinosaurios de papel

Que sera de aquella sincera sonrisa
De aquellos viejos chistes
De los fantásticos mundos
De los cuentos

Que le hacían creer que no existía truco sino era magia
Era muy imaginativo en cuanto lo diálogos
En cuanto la creatividad en lo dibujos hechos con marcador
Pintando un cielo mas allá del celeste
Del cielo.
Un azul como
Del mar profundo de los mares.


Los altares
Los castillos
El noble caballero
Que luchaba contra el perro vestido
De dragón para rescatar a su princesa

Aquella inocencia
Que guardo con mucho aprecio
Muy dentro de mi corazón
Como un gran tesoro
Que un gran pirata aprecia.

Son en esos momentos
En que pienso
Lo bonito que es la infancia
Si le quitas lo malo
Solo dejas en tu mano lo bueno
Lo que te hizo una vez quitarte las lagrimas
Y solo te hizo reír.
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Mi eterno amor secreto

Ofreció una disculpa por decir o escribir la palabra amor al llamar mi atención en las largas jornadas de reencuentro a través del maravilloso mundo de la tecnología que en este momento nos brinda el Internet…no era necesario disculparse, yo deseaba que lo siguiera haciendo (soy su mendigo de amor), todo el tiempo le mentí diciendo que no importaba, pero cada vez que lo decía aumentaba en mi la fantasía y sentía como quería salir tras de ella tomarla de la mano, abrazarla y besarla…y no dejarla ir otra vez. Es que escuchar su suave voz, la melodía de notas que recuerdan al pasado es algo que no puedo describir con palabras, lo único que puedo decir es que llegaba y tocaba todas las fibras en mi ser. Condeno mi memoria por no permitirme recordar con exactitud todo el tiempo compartidos, por dejar solo imágenes difusas de su rostro, pero su voz sigue intacta sus ojos su boca Dios mío, cómo pude dejarla ir?...
Mi celular indico que había un nuevo mensaje para mí, es 27 de agosto de 2018 6:30 am, se supone que es un día muy especial, claro es mi cumpleaños, aunque siempre lo tengo presente para mí es un día normal…tomé mi celular y el mensaje de felicitación me llenó de tanta alegría, aun así no fuera de quienes suponía normalmente me saludan, era el primer mensaje de muchos que iba a recibir en el día, pero fue el que significó más para mí, se trataba de alguien que no veía hacia 27 años, alguien que significa mucho para mí, pero que el destino indolente arrebató de mi lado.
En ese entonces tenía 14 años…14 años!! Y más aterrador aún ella recién sus 11 la diferencia de edad era casi de 4 años bueno 3 años 5 meses y 6 días, pero no es la diferencia de edad lo que me aterra, si no lo chiquillos que éramos para estar muy enamorados, ahora comprendo por qué su padre no me podía ver, era lógico tal vez me hubiera pasado a mi, si mi hija hubiera tenido esa experiencia de iniciación romántica en esa edad pero no fue así, ella espero doblar esa edad o tal vez más, al menos eso es lo que creo.
Es increíble como ese saludo tan especial hiciera tomar un rumbo diferente a mi vida ese día, lograr que alguien a quien recordaba con gran cariño pero que solo había cruzado, en estos últimos días, algunos saludos a través de Facebook, llamara toda mi atención y alcanzara el límite de la ansiedad y no es porque coincidencialmente ella estuviera esos días en mi ciudad, es decir, más cerca de lo que podía esperar, no, es porque el sentimiento y la razón tienen puntos de vista diferentes y más aún para poder reconocer la validez de una frase muy coloquial: “el primer amor nunca se olvida”.
Nuestro patio de juegos era algo increíble, era un espacio muy grande en pleno centro de la ciudad de Ibagué, con árboles frutales, lejos de vías vehiculares con el único riesgo de caer en un “abismo” que separaba nuestro espacio de la vía férrea y que en el fondo tenía una casa misteriosa a la que atribuimos habitantes con poderes fuera de este mundo por eso la dificultad más grande era evitar que alguna pelota “de trapo” o cualquier otro elemento cayera en sus dominios... de repente no recuerdo haber visto algún residente de particular morada.
He estado saturado de actividades estos días, que frustración más grande, ella estaba en Ibagué y solo tres semanas después pude visitarla en su lugar de residencia, fueron tres semanas de ansiedad, pero, por fin llegó el día, el día laboral más largo de mi vida…tomé el bus que me llevaría hasta ella y fue un viaje exageradamente largo, cuando por fin me fui aproximando al destino mi mente se nubló, el ritmo cardíaco se aceleró las piernas no me respondían, gran esfuerzo, tal vez levité y ya por fin caminando hacia su apartamento dentro del conjunto comencé a temblar, había mucho calor en el ambiente y en mi interior, de pronto la veo a lo lejos, mi visión es deficiente y más en la noche pero ella estaba ahí y yo la veía, sentí como estaba nerviosa también.
Fueron mucho los juegos, en ese entonces ni la televisión cautivaba nuestra atención, y eso que era novedad, las jornadas empezaban con la luz del día y se prolongaban hasta muy tarde en la noche, mi madre daba la pauta a los intervalos de descanso que coincidían con las horas exactas de tomar los alimentos, era la única oportunidad en la que ella asomaba su dulce cara a la realidad exterior y gritaba: Fernando a almorzar!! Y en la noche: a comer!! Porque uno no se acordaba que eso era importante hacerlo, como tampoco el momento de dormir, había que lavarse muy bien los pies antes de irse a la cama, claro teníamos más actividad que cualquier trabajador de nivel operativo.
Primero un abrazo que nunca había imaginado sentir, y que no tenía la más mínima intención de deshacer, un beso en la mejilla luego caminamos hacia el apartamento, saludo a la mamita, otro abrazo muy maternal y así entre recuerdo y charlas vi pasar la hora y media más rápida en mi vida, pero bastó tan solo una mirada, una mirada en la que nuestros ojos se encontraron y expresaron todo el sentimiento oculto en cada corazón, como si 27 años solo haya sido un día de no vernos y mágicamente sentí el amor en su mirada y sentí como ella también sintió lo mismo, luego hay que despedirse, por qué?... por qué siempre despedirse?... no ha sido ya suficiente 27 años lejos el uno del otro?
Éramos siempre cinco compañeros constantes a veces seis cuando se sumaba mi hermano tres años mayor que yo, porque ella tenía su hermana mayor, un hermano y otra hermanita menores que ella, en ocasiones se sumaban mis sobrinos 2, 4 o 6 cuando estaban de vacaciones, habían peleas de vez en cuando pero muy pocas nunca para originar distanciamientos prolongados, mi juego preferido siempre fue “el escondite” consistía en que alguien con la vista “tapada” da un tiempo, contando, para que uno a uno se escondan los participantes y al primero que encuentre viene a reemplazarlo, pero si se equivocaba cuando creía encontrar a alguien todos gritaban: “quemó la olla” y continuaba en esa posición, o si el último llegaba al punto donde inicialmente estaba el contador: “salvaba la patria”. Para abandonar su cargo como contador y buscador debería encontrar a todos los integrantes del juego, casi siempre, si me encontraban a mí la encontraban a ella…
Una semana después aún seguimos hablando de lo que fue el reencuentro y coincidimos en muchas cosas, nadie se imagina como es un encuentro de esa magnitud, es realmente maravilloso, no importa la brevedad del momento, o si estamos rodeados de toda la gente, se habla y se siente con la mirada, no importa nada más, ni siquiera el que cada uno tenga su pareja, creo que uno se enamora una sola vez y es para toda la vida (así lo he sentido siempre). Cada noche nos encontramos en el chat y he escrito casi un poema diario que recuerdan el amor que siento y la frustración por el tiempo y la distancia, pero esto no queda hasta aquí me he prometido amarla por el resto de mi vida, aunque estoy seguro que lo he hecho siempre.
Yo siempre fui un estudiante destacado en 1982 entre a secundaria mis cuadernos y mis notas eran impecables mi hermana Teresa terminó ese año la secundaria y viajo a Bogotá, el siguiente año mi hermano Albeiro siguió los pasos de mi hermana, al año siguiente estaba solo con mis padres y aquí lo más terrible: "mis amigos se van de la ciudad", una decisión con la que ella no tenía nada que ver, la obligó a irse de nuestro patio…próximo destino La Dorada en el departamento de Caldas, no es muy lejos en realidad, pero se requería de tomar un bus intermunicipal lo que implicaba dinero y por la edad…por qué la tecnología de hoy no se adelantó a esa fecha, existía el telegrama la carta, yo pensaba que eso era para adultos y lo más cruel adónde iba a enviar cualquier comunicación?, noooo…estaba perdido.
Hoy tuve que confesar que no fui constante, tal vez la rabia, tal vez ingratitud, siento que debí buscar la forma… La celebración de su cumpleaños número 15 fue en Ibagué, y nos han invitado, aliste mi mejor traje y yo con mis 18 cumplidos invité a mi mejor amiga en ese momento y llegamos con dos de mis hermanos, la novia de uno y la esposa del mayor, disfrute externamente pero mi corazón quedó destrozado cuando conocí al "edecán de la princesa"…no podía llorar solo fingir y esperar la hora de salir de ahí, afortunadamente a mi amiga le dieron poco permiso y regresamos a casa pronto, al día siguiente analizar que debía hacer, me sentí derrotado…no fui constante…si acaso hubiera sido constante?...
Ya en el 90 que alegría…otra vez de visita en Ibagué, una cirugía la obligo a regresar, es paradójico como se pueda pensar en una reconciliación en medio del dolor de una persona, pero es la única oportunidad, lleno de esperanza acudí al lugar donde se encontraba, compré algunas frutas y es aquí donde mi memoria a conveniencia, me juega una mala pasada, no recuerdo exactamente las palabras o el acto que me dejaron con total desilusión como dos años atrás…era imposible recuperarla…mejor olvidar…y seguir…
De esta manera empecé mis estudios en Administración de Empresas, pero no me sentía bien, conseguí un trabajo y ya me concentré solo en trabajar y estudiar, cuando ingresé a quinto semestre ya no quería seguir, pero mejoré mi condición laboral, en el 97 me casé y me separé después de 15 años, actualmente tengo una hija de 20 años estudiante de Arquitectura que me hace sentir orgulloso, vivo solo y sigo aquí esperando por ella…y hoy estoy feliz… estoy feliz porque he podido decir todo lo que siento y me siento correspondido…estoy feliz porque la he vuelto a ver…estoy feliz por las promesas…estoy feliz aunque sepa que nuevamente tiene que partir…estoy feliz porque me llama “amor” , no importa que sea por su dicción, estoy feliz porque me llamó “mi eterno amor secreto”.
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Marionetas del destino... (Experimental...Anticuento fauvista)

MARIONETAS DEL DESTINO
((( Anticuento Fauvista )))

Todos lo años hace la música en el mismo sitio
un ligero hueco y parece entonces que flota
sobre él una hoja de sonrisas con su estupor
perdida... ¡ Calla, calle ! ; repite el cementerio
gris, inconsciente de formas y actitudes.
Esto dicen, por lo menos, las lápidas asustadas
que en ese día se esconden al acercarse mucho
al silencio ennegrecido, sobre todo donde el
sol se incendia y queda el agua hecha ceniza.

Este no era un cielo rosa, bien lo sabía al azular
la tarde, aunque no suele ser común cuando el
tiempo se detiene, entre un plateado viento y
el fuego cada vez más verde.

___ Dejad un momento, ¡ Oh !, lector inquieto,
ese espacio por llenarse con montañas amarillas
en el corazón del viejo limón azul que flota bajo
el lago de flores y conejos anaranjados ; la lluvia
frondosa se retira entre los recuerdos y el vaivén
refescador de las hamacas.
No es la intención atigradora, ni el propósito un
rojizo anhelo en la mayoría de los cuadros, ni
en las estatuas, ni en el bajorrelieve una ilustración
hecha de quejas vanas ante un pueblo sordo.
Sin embargo, todo había terminado ; las olas añiles
salpicaban la música en uno de los primeros des-
tellos sobre la morbidez lapislázuli del roble, el
horizonte no era el mismo desde aquel día ; se
arrodillaba, vagaba sobre un tapiz púrpura y
miraba el sol sublime por largo tiempo, soñando
con la luna morena. Como algo esbozado, trazado
de un solo golpe, no existía la decadencia como
ahora, ni en los mosaicos recientemente descu-
biertos en su modelado confuso y de vago efecto.
___ ¿ Qué había pasado ?.
Apenas lo recordaba. Sus frases, ya de pocas
palabras, se redujeron a algunos monosílabos.
No le agradaba ver su rostro en tantas fotografías.

Los colores se fumaban lentamente el contorno
borroso, suave en realidad, pero con algunas
manchas fosforescentes en el callejón solitario
deslizándose bajo esa almohada. El interés por
las raíces casi siempre es un rasgo de esa pedan-
tería inmensa que tanto caracteriza al montón
de falsedades automáticas. No puede inventar,
y tampoco puede exigir algo definido. El destino
es el títere en los dedos de la consciencia libre...
Tras apagar brutalmente aquella ingenua pesa-
dilla se puso en pie, abandonó sus alas en la cama
morada y corrió entre los platos sin apetito.
Quería hacerlo todo él, y nadie osaba contradecirle.
De hecho, él era quien pintaba las sombras, cepillaba
los perfumes y planchaba pluma a pluma el vuelo de
los techos, pues el escritor basa sus ideas, prejuicios
y aversiones sobre el arco multicolor que siente.
Cuando se encontraba bajo las escaleras cansado,
solo saludaba con un gesto la mano flaca y verde
del último fantasma amarillo, le cedía el paso des-
colorido para disfrutar del espectáculo invisible
para la noche violeta... El aire era carnoso, mordido,
palpado y exhibido en la vitrina como un cocodrilo
de algodón con la resistencia de los rudos hábitos
del primer oficio, salvo solo, cuando la originalidad
del instante es demasiado prematura.

¡ No es cierto !, ¡ No es cierto !.___ Gritaba él con
la selva entre los dientes.
¿ Acaso no es verdad que en los sueños todo se
vale ; todo es absurdo, todo deja de tener sentido
al ignorarlos ?.

La voz de la razón era la ilustración negativa del
ambiente inestable que nadie comprendía.
Y no solamente porque no la dibujaban, ni menos
en el estado putrefacto de las sensaciones fugaces,
de las emociones rentadas, de los impulsos que
brotan de las paredes y los pisos, creando mitos
visuales, en una sociedad indiferente a las cosas
verdaderamente esenciales e importantes.

__ ¡ No, no, nunca !. ¡ Lo que ellos dicen jamás es cierto !
Las marionetas no tienen reposo en las manos del destino,
de hecho siempre grisáceo, individual, pintado al verse
reverdear oxidado, empleando estructuras metálicas,
enumerando las carencias de voluntad y de cruda lana
en los sembradíos de borregos.
La realidad es que todo es falso ; las ilusiones acaban
por romperse, todo el pensar se refugia tembloroso en
las faldas de la lógica en camiseta corta y la boca muda.

Las marionetas empiezan a maldecir su suerte, el destino
es un enemigo invencible, violáceo, con el reino nómada
de anaranjado, en las extravagancias verdes del azul.
Bien pensado, para que seguir con ésto...
¿ Qué interés hay en ello ?, ¿ Qué me importa ? ,
No soy pintor, ni escultor, ni siquiera sé escribir...
Es más... ¡ Yo nunca he existido ! ; Y el futuro me reclama.

Autor : Joel Fortunato Reyes Pérez.
(Del texto y la imagen)
All rights belong to its author. It was published on e-Stories.org by demand of Joel Fortunato Reyes Pérez.
Published on e-Stories.org on 02.07.2014
.
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curiosidades

Cuando no encuentro
en que mas pensar
invierto mi tiempo
en descubrir las curiosidades
del mundo
bueno mejor las mías
y es que pensaba
que la perfección no existía
hasta que tus ojos
se comunicaban conmigo
y tu sonrisa tenia
la curva perfecta
de una integral

y todavía tengo
muchas mas curiosidades
para invertir mi vida
en saber de ti.
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El Bosque

Anónimo se encontraba en un paraje insólito. Éste era gigantesco, daba la impresión de estar exánime. Mientras más se pasase en él, se podía notar la germinación de sentimientos de desolación y pesadez dentro de uno. Esto era lo único que se absorbía al empatizar con el lugar.

Mientras caminaba intentaba recordar la razón de su estancia en aquella zona pero los pensamientos eran difusos, no recordaba el motivo de su presencia en aquel territorio.

Aceptando que no rememoraba el camino de ida, reflexionó sobre lo sustancial del lugar. Fijó la mirada sobre el marrón de las hojas y lo infértil de apariencia del sitio. preguntándose, entonces, el porqué del color tan opaco de estas.
¿Todas han de ser así? -Se cuestionó -.
Dado a que nunca había otorgado mayor importancia a estos temas, intento recordar otros bosques que había frecuentando a lo corto de su vida. Después de pensar lo suficiente para darse cuenta que no tenía información necesaria para compararlo, terminó por abandonar la interrogante.

Luego de una larga caminata divisó una extraña silla de madera en medio del bosque, a medida que se acercaba pudo notar el estado deplorable en el cual se encontraba, se sentó sin dudar pues, el bosque era inmenso y no daba indicios de que pudiera encontrar la salida pronto.
.
.
.
.
Y así pasaron horas, luego Días y Anónimo no encontraba la tan anhelada salida, entre improperios, maldecía a aquel quien lo llevó allí. A estas alturas sabía que solo alguien quien lo odiase podía conducirlo hasta lugar tan atroz "pero ¿Cómo?" -Se preguntó - ¿en estado de inconsciencia quizá? -Finalizó - Sabía que ni en sus intenciones más descabelladas estaría internarse en medio de un bosque fúnebre como el aquel, ni en ninguno. De hecho, el no sentía una conexión especial con la naturaleza como para intentarlo.


Descansó en el suelo intentando mirar las estrellas que se perdían entre los enormes árboles dando paso a su último soliloquio y el nuevo día que minutos más tarde empezaría a brillar con violencia
.
.
.
.
Sé que hoy moriré... ¿Pero porque así? ¿Porque en este maldito lugar? porque solo. Vivir sin ser valorado por nadie de mi entorno, ¿Porque no me diste la opción de cambiarlo?
No quedará algún vestigio de que existí y aun no he superado mi introversión... Ni habré sabido el verdadero significado de la vida para cuando sepa el significado de la muerte.
Sé que vendrás pronto lo presiento....
Lo único que consuela a este hombre desdichado es que al fin escuchaste mi pedido.

La parca no tardará....
.
.
.
de repente un extraño irrumpió con estruendos.
Asombrado de que hubiera otro ser en ese sórdido punto, se levantó del suelo y desesperado le pregunto acerca de la salida. Este segundo no contestó, ni le dirigió la mirada, tenía la cara cubierta con un casco, un visor y orejeras.
Parecía obstinado en su trabajo y hasta cierto punto daba la impresión de estar automatizado solo cortaba árboles para terminar la silla que estaba junto a su casa de madera

Anónimo juraba que no había ninguna casa antes que dijera sus últimas palabras. Estaba desvariando desde hace ya buen tiempo así que solo decidió pasarlo por alto y acercarse a la puerta de la casa del leñador. Este dejó su silla y por primera vez lo miró a través del casco. Anónimo estaba horrorizado, al instante, supo que fue la peor idea que tuvo pero ya era muy tarde para arrepentirse el leñador ya le estaba abriendo la puerta. Él solo quería descansar llevaba días sin poder dormir. Cuando la puerta se abre completamente ve dos camas el leñador le señala para que se diriga a una. Anónimo acepta. Momentos más tarde
el sol los alumbra completamente. El leñador precipitado se da cuenta que dejó su silla de madera afuera, corre para traerla abre la puerta y ve algo terrible. todo está en llamas. El sol quemó el suelo de alrededor de su casa pues ya no quedaban árboles que impidan su paso, su silla lo está tambien. Anónimo se levanta al percibir el ruido que el leñador va creando a su paso .Habia tenido una pesadilla con su pasado cuando ve que el leñador se quita el casco mientras ve como la puerta de su casa se va consumiendo por la combustión.

Solo hay Pavor en la mirada de Anónimo al notar su cara en el rostro del leñador .




"Todo esto es culpa mía".
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El descuento perdido... (Anticuento Dadaísta)

El descuento perdido
( Anticuento Dadaista )

Era la tercera vez que decían lo mismo,
de una forma tan diferente que casi todos
dudaban que fuera un engaño, planeado
falsamente con mentiras verdaderas.
Contaban la historia conmovedora y de
un modo seductor después de un amplio
resumen de las vagas circunstancias; las
palabras fueron fuertes, claras, aunque no
dejaron de ser contradictorias, lo que
finalmente fue de la menor importancia.

Sucedió a un hombre que escribió su vida,
abarcándola toda de una ojeada, con los
detalles pequeños más lejanos en vastos
espacios, y grandes masas que no permitieron
olvidarse de los objetos indiferentes, y giraron
en torno a los acontecimientos, con todas las
formas y matices que un lector pueda imaginar.
Afortunadamente no hubo ningún distraído,
ni mucho menos cuidadoso, como parece ser
lo más común y corriente en las épocas que
vivimos más allá de las ventanas de la propia
casa ; y a pesar de los numerosos acompañantes
empaquetados en trajes oficiales.

Por otra parte, suponiendo que esto fuera así,
todo quedaría explicado y averiguado en la
totalidad del individuo que nunca existió, y
en la forma particular de su esencia interior,
quedar reducido a un simple caso de confusa
abstracción. y de manera inmediata unilateralmente
representada. A esto hay que agregar, que cada
uno entiende las cosas según su criterio, aunque
nadie creyó tener la razón absoluta, así que todos
lo aceptaron sin discutir, es más ni siquiera intentaron
entenderlo a medias, y dentro de la fuerza que palpita
en su vegetales sonrisas como agujas magnéticas.

El escrito al perderse solo dejó en la memoria, una
especie de tema de la vida, donde se describe a
diario lo que la muerte niega; una verdad a medias
dicha en las sombras... Y terminaba diciendo :
Por eso he escrito los sueños que no soñaré nunca,
ni recordaré los olvidos que no han llegado, ni dejaré
visible la pesantez o la electricidad de las emociones.

En sus últimos días escribió un metro de letras donde
las palabras ayunaron del primer sonido caminando
bajo el suelo, arriba de la mesa, entregado a la inspiración
de su corta vida con el perfume de sus pasos de terciopelo.

Esta sección es quizás la más adecuada para colocar
las rodillas entre las alas de su pluma que espera ser leída
cuando se encuentre nuevamente la cuarta vez,
para repetirlo entre los fragantes arbustos de las
hojas perennes, y con la veneración por el olvido forzado.

Autor : Joel Fortunato Reyes Pérez.
(Tanto del texto como de la imagen)
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Cuentos y Leyendas VII (a @Letizia)

Desde los griegos hasta nuestros días
todo el mundo habla de un continente,
de una civilización avanzada, perdida;
ya en sus "Diálogos" Platón decía

Que en verdad la Atlántida existió,
y cuenta la leyenda que se hundió;
tal vez por un cataclismo,
como ningún otro antes visto,

Por la caída de un meteorito,
o tal vez, como es todo cíclico,
por una cruenta y olvidada guerra
de la que no existe un registro.

Y hasta que te conocí en Poémame,
así también estaba mi yerma vida;
-en medio del saber y la nada-,
mis días y noches, aciagos pasaban:

En nada creía, ni con fama soñaba;
tan solo poesía y relatos escribía;
mitos y leyendas en mi cama leía:
Minotauro, Medusa, Zeus y Apolo,
héroes, oráculos y también pitonisas.

Ese era mi sustento: libros y ciencia,
música romántica, pelis de tal guisa;
lenguas muertas, o sánscrito estudiaba,
burdo software sin propósito creaba,
noticias a diario en redes comentaba,
pero un mundo real, sobre todo, anhelaba.

Sin embargo en medio de la tormenta
esa que uno espera y luego se lamenta
-rogando para que fuera solo un aguacero-,
tus ojos en mi vida, fueron como luceros,

Tu voz en medio de ese caos atroz
tus palabras dulces, tu aliento,
mis promesas, esparcidas al viento
y luego, la espera, este tormento.

Sabes que falta muy poco, tan solo días,
-y como genialmente Lope de Vega decía:
"En el trato y en el tiempo,
nadie tenga confianza, porque pasan
sin sentir, y se sienten cuando faltan"-,
y mi única esperanza, es que tú nunca,
nunca más, me hagas tanta falta...
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Magia

Viví mucho tiempo creyendo que la magia no existía.
Hasta que creí encontrarla en una vida simulada.

Aprendí...

... que las luces que deslumbran solo conducen al lugar vacío

... que la mentira más cruel es la que se susurra al oído

... que un error no cambia lo que eres

... que hay quien te arrastra al fango, pero no puede impedir que aún desde allí veas las estrellas.


Aprendí...

... que de todo se aprende

... y que la verdad se esconde en el abrazo eterno de los que se sienten afortunados de que formes parte de sus amaneceres.

Viví mucho tiempo tratando de adivinar el truco.
Hoy solo vivo para dejarme llevar por la magia.
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Tu luz de sol fuego ardiente...

Me aferro a tus manos entre nubes de algodones.
Tu luz de sol fuego ardiente surgió de la fuente.

El cielo azul remece con fuerza las flores
dispongo de tus esferas que giran circularmente.

De tu sonrisa alegre soy perseguido
hice hogar en una estrella velada por cirios
del viejo estanque lloran las rosas y lirios
si me recuerdas en tu mente estoy redimido.

De tu luz sol escribí unos versos insipientes
en los besos náufragos y fenecidos pensé.

Amor presente.
Amor convexo
tu luz de sol
surgió de la fuente
tu luz de luna cruzó
la pendiente
tu luz de cielo
se clavó en mi mente.

Si despierto y no te encuentro
es que tu luz de sol nunca existió.
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El amor dormido

Triste y vacía.

Un cuarto con vista,
hacia donde se detalla el movimiento incansable de vagar en ese espacio donde una vez él existió.

Un sillón en medio de la noche.
Donde reposa su cuerpo marchito por el deseo dormido.
Sus pies cansados de tanto andar reconocen la textura dócil y apacible del atrevido impulso de someterse a extremas situaciones de caminar, una y otra vez entre las malezas de situaciones incomprensibles del amor dormido.

Divaga en incoherencias,
en pensamientos absurdos.

Durante las siguientes horas apoya su espalda sobre el sofá que queda justo al lado de la ventana. Se quita los zapatos y deja reposar sus pies sobre la aterciopelada alfombra azul que cubre casi toda la extensión de tan absurda habitación.

La música aturde sus sentidos.
La luz refleja su silueta sin sombra,
sin vida.
Muerta.

Amargura y desolación.
Muerte.
Repite mil veces la palabra amor,
mientras sus ganas se diluyen en fracasos y penas.

¿Es posible vivir tanto tiempo junto a la persona que amas?
Era la pregunta que atormentaba su mente.

Compartir la cama del infortunio,
sin decir palabra alguna,
solo sexo,
solo dolor.

Aquel féretro Gris.
Aquel rostro pálido,
sin vida.
Inerte.
Frio.
La boca entreabierta.

Aquel miembro,
Flácido,
Inerte.

Son recuerdos conservados en un frasco de vidrio.
El delito del placer sumergido en alcohol.
Lo contempla.
Lo desea.
Lo toca.
Se duerme.
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Mi Mister Hyde

Hola, te presento a mi alter ego,
es un truhán, un rufián,
pero de él no me despego.

Hoy lo saco a pasear
porque me hace no andar ciego
en un mundo en el que hay
más desalma que sosiego.

Si se trata de engañar,
de capear con saña el juego,
burlarse de los demás
o gozar del mal ajeno,
es él quien lo bordará
pues yo odio todo eso.

Es gañán, es travieso,
le falta un poco de seso...
Mucha birra, gano peso
cuando su mente atravieso.

Aún así, yo te confieso,
que su corte de amistades
es más amplia que la mía,
tiene otras habilidades.

No suele salir de día,
quizás sólo a un par de bares,
en su sombra no confía
y la noche la deshace.

Crei que lo controlaría,
pero es un kamikaze,
no concibe cortesía,
me avergüenza lo que hace.
A un sin techo timaría
por tres euros para un "viaje"...

Su aparente alegría
te engatusa y te complace
pero el monstruo moriría
por morderte el tatuaje.

No debí catar brebaje,
no mostrarle que existía,
no pensé que en mi linaje
se albergara tal semilla.
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Pensamientos en el exilio

Era como arrancar la piel,
quizás ya no sentía dolor,
a veces entre lágrimas pedía desvanecer,
ya no existía el sol y mis manos estaban quebradas
la ruleta giraba y por suerte ya no había nada que perder.

Mis pies se han vuelto un icono de inseguridades y
mi cuerpo un escudo débil e inútil,
las mentiras se volvieron el lienzo perfecto para sobrescribir entre las gotas que tocan el infierno.

Mi memoria pierde entre un enorme muro bañado de cenizas
y las canciones un ritmo pasajero que no escapa de los miedos,
mis pensamientos huyen dentro de la condena, una condena en el exilio por decir verdades.
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Las palabras de esa amiga

"Quien sabe si en su vida va a encontrar alguien como vos, quien sabe si cuando se de cuenta de que fue un cagón sentimental va a ser tarde."
Eso le dijo su amiga después de otra desilusión en eso que llaman amor.
La frase cagón sentimental le quedó resonando en su cabeza todo el día; al llegar la noche dedujo que su amiga tenía razón, él era un cagón sentimental y que cómo él existían muchísimos más.
Son esos que no se permiten amar, los que huyen antes de enamorarse, los que huyen cuando saben que te enamoraron, los que ponen excusas cuando se trata de hablar sobre los sentimientos, los que prefieren no sentir.
Tal vez es por miedosos, por miedo a sufrir, a que les rompan en corazón, por miedo a un amor no correspondido, por el miedo a permitirse amar.
Esa cobardía que lastima a sus víctimas como les llamó ella; nada peor que ser víctima de un cagon sentimental, ellos te atrapan, te endulzan y luego hullen, te dejan ahí, sola, sin palabras y llena de lágrimas.
Pensó que evitar encontrarnos y enamorarnos de estos tipos es inevitable pero deberíamos crear nuestra táctica para que no nos duela tanto su partida... Esa fue su conclusión antes de dejar a ese cagón sentimental atrás.

*Gracias a Guadi, mi amiga del alma que supo como inspirarme*
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Desde que te conocí

Desde que te conocí


Desde el momento en que te conocí
me cautivaste con tu ternura
pues en ese momento comprendí
que me estaba enamorando de ti.


Hay algo en mí que me incomoda
no me atrevo a decirte lo mucho que me gustas,
tengo miedo a un rechazo tuyo
me congoja este sufrimiento.


"... Es domingo y son las diez am
ya debí haber acabado mi tarea pero
mas me incumbe pensar verte sonreírme...
De lunes a Viernes el tedio se disipa
porque en los recreos puedo tomarte de la mano
y ser tu Romeo durante los 10 minutos...
Valeria seré breve desde que te conocí, conocí el amor..."


No es que muera por amor muero por ti.
Soy feliz solamente escuchando tu voz,
mi vida se llena de alegría cada vez que te veo...


Yo no entiendo porque el amor comienza soñando
y termina en un sueño.
El amor siempre dice lo mismo
pero nunca se repite.
Pero si entiendo... que mi amor por ti
nunca comenzó... y nunca terminará,
siempre existió.


Si algún día tu amor deja de ser mío
no me busques,
siempre estaré ahí,
a tu lado cuidándote.
No habrá dolor en mí,
nadie será culpable,
solo el amor nos junta y nos aleja.


Shane Spielrein
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Como pasa el tiempo

¿Os habéis fijado como crecen?,
parece que fue ayer cuando la vi nacer,
tan bonita cosa que creció entre las flores
e inundó nuestros corazones con caricias de amor.

Parece que fue ayer cuando los desvelos me invadían
y no me importaba porque sabía que era tan poca cosa
que entre mis brazos la tomaba y le cantaba
como cantan los corazones como si fuera una rosa.

¿Os habéis fijado como crecen?
Parece que fue ayer cuando enjugaba sus lágrimas
y saciaba su sed de amor abrazándola
como se abraza al querer, como se abraza al amor.

Hoy la he vuelto a mirara y me recordó que fue ayer
cuando le daba de comer y me miraba con esos ojos
negros azabaches, pidiendo con su mirada más de mi amor
sin importarme el tiempo, que no existía al mirarla.

¿Os habéis fijado como crecen?


Alfonso J Paredes
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La puta de julio

Julio;
La rueda de los animales una vez más nos da la bienvenida,
A los intuitivos, sentimentales
Sensibles, emocionales
Hogareños y familiares cangrejos.

Ella fuma en la terraza de ese bar
Sonríe con ironía al recordar
Esa fecha maldita llega una vez más.

Lealtad y empatía
Que burla...
Familia y hogar.

Del cangrejo sólo tiene la coraza
Chica de faldas cortas y piernas largas,
Del cangrejo solo tiene el rojo de sus labios
Que deja como firma cada noche en algún auto;
Su hogar fueron las calles al cumplir 12 años.

Las esquinas y los bares le daban de comer
Envolvía sus piernas en todo aquel que la tratase medianamente bien.

Sentimental y hogareño Cáncer;
Nunca existió abrazo que la esperara
Nunca un hogar al cual volver.

Una burla, 20 de Julio, una burla;
Chica acorazada,
Leal solo a sí misma,
Sólo podría confiar en sí misma,
Las veces que se permitió confiar
Terminó tirada en algún bar,
Pero eso la hizo fuerte,
No es inocente.

Este relato sin embargo, no tiene un final feliz,
La chica canceriana nunca saldrá de ahí.
Le dicen barrios bajos
Trampa mortal para los desesperanzados.

Un cigarrillo seguirá siendo su único abrigo
Hasta que algún coche se detenga en esa esquina que tanto luchó,
Dejará sus manos marcadas en los cristales empañados
Y el rojo labial en alguna blanca camisa.

Provocará algún que otro divorcio,
Continuará siendo admirada y deseada por los hombres
Y tema de conversación de las señoras que se abanican en sus casas;
Será el ejemplo que dirán las madres a sus hijas no deben seguir,
Y los padres hipócritas les darán la razón,
Aunque al caer la noche
Vuelvan con el cierre bajo de su pantalón,
Y tal vez hayan perdido algún que otro botón.

Seguirán pasando los días
Y ella correrá la cortina para que no la moleste el sol;
Sus tacones de aguja reflejarán la luna
Y se alimentará de almas que buscan un cuerpo con dos agujeros, una cara bonita y un buen trasero;
Hace mucho tiempo que ella dejó de buscar amor.

Un trago en algún bar aún será su desayuno,
El único incentivo que tiene para continuar su labor;
Viaja con marihuana
O alguna que otra mierda inyectada,
Siempre esos ojos rojos y esa mirada perdida;
Nadie la espera en casa.

Y luego de unos años
Cuando llegue esta maldita fecha una vez más
Nadie volverá a saber de ella,
Nadie va en busca de arrugas a la casa de madame.
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