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La margarita

¿Habrá algún sí en la margarita?
¿O dirá siempre no con cada hoja?
La respuesta el aliento quita
y toda la piel, a tirones desolla.
Pétalos nacidos de la negación
pesados cuál calzado de cemento,
hunden en el mar de la resignación
los más ardientes y puros anhelos.
Arriesgado riesgo que se corre
preguntando a la margarita,
fundir las alegres ilusiones
como si fueran mantequilla.
Otra corola arrancada en el suelo
otra cabeza amarilla pelada,
dijo que no, otra vez, de nuevo,
la margarita con sus hojas blancas.
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Este Amor

Nadie podría entender este amor,
tal vez, imposible o complicado,
nace del corazón en el pasado,
décadas después aflora sin temor.

Es este amor inmenso tan bonito,
lleno de esperanza y de pasión,
nacido en la inocencia sin razón…
…de los juegos infantes con amigos,

solo la constancia firme del querer,
es la muestra de amor incondicional,
que en el tiempo no dejaste perder,

ni en la distancia triste por igual,
con los sentimientos puros de mujer,
los reguardaste siempre para el final.
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Todos

De que nos sirve alejar a los demás.
De que sirve burlarse del otro.
¿Acaso no es mejor ser solidario y ayudar?
De que nos sirve no apreciarnos como apreciar las hojas del notro.
TODOS tenemos los mismos derechos,
seamos zurdos o derechos.
Seamos burgueses o de clase baja,
nadie se pone sobre los demás ni se compara.
TODOS, todos debemos ser uno,
y debemos ayudar al prójimo.
seamos oscuros o puros,
tu puedes ser el próximo.
El próximo que de un paso hacia el futuro,
y hacer de un mundo algo mejor.
Y así TODOS estar seguros...
Se consciente y enciende tu corazón,
y ayuda al otro por amor...
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Do tempo profano ao tempo sagrado. (Ensayo)

Do tempo profano ao tempo sagrado.
O caminho.

O indivíduo é o microcosmo ao lado do macrocosmo. Nele confinem poder criador, liberdade e espontaneidade e, assim, se torna um sujeito substancial com individualidade única e independente. Um mundo real em miniatura!. Mas porém como a multiplicidade das forças no macrocosmo é reduzida à unidade pela idéia única do Todo, assim também, acima da individualidade do particular, está a idéia do seu eu melhor, a fim de a vida, dispersa no espaço e no tempo, não desvanecer-se no acaso, no azar, no absurdo e no capricho. Deste modo o homem se alça sobre o mundo e a sua matéria e é levado agora pela primeira, vez a concentrar-se em si mesmo.

Caminhamos para nos reinventar, para nos dar outras identidades, outras possibilidades.
Acima de tudo, ao nosso papel social. Na vida diária tudo está associado a função, uma profissão, um discurso, uma postura…

Mas a natureza mesma desse campo de possibilidades é ditada, até certos limites, pelo mundo em que estou inserto e no qual constituo minha essência, de forma que minha essência depende das minhas escolhas, isto é, eu sou aquilo que escolhi ser, dentro do campo de possibilidades que estava ao meu alcance, a qual se pode conceituar, grosso modo, como um conjunto humano em “ação” num determinado espaço e tempo.

Mas exatamente este momento temporal acarreta dificuldades e estas, vacilações. Ora, admite-se uma criação eterna, mas no concernente apenas ao ato de vontade, ao passo que a-/sua realização se dá no tempo (Clemente). Ora, não é somente o ato de vontade, mas é o mundo, em si mesmo, eterno no sentido que, sem cessar, se realizam novos mundos, a se sucederem de eternidade para eternidade (Orígenes).

Apesar de um mundo baseado na economia, pelos valores modernos, existem outros mundos paralelos que levam a dimensão do ser humano às suas raízes, à sua essência, esse mundo tem sido ignorado, escamoteado.
As experiências são concebidas como coisas inalienáveis e tidas privadamente — ninguém mais pode ter minha dor, senão, no melhor das hipóteses, apenas uma dor que é qualitativamente, mas não numericamente, idêntica à minha. Elas são também concebidas como coisas epistemicamente privadas — apenas eu realmente sei que aquilo que tenho é uma dor; outros podem, no melhor das hipóteses, apenas achar ou suspeitar que tenho uma dor.

Perguntarmos se a vida tem sentido quando a vida parece correr-nos mal não é necessariamente levantar uma questão filosófica: pode ser uma maneira de exprimir a nossa frustração temporária. Mal as coisas recomecem a correr-nos melhor, a interrogação eventualmente desaparecerá.
A fé é a expressão máxima da liberdade humana, sendo o único caminho que leva à certeza existencial e à transcendência do ser.
Uma imagem mental ou representação não pode satisfazer esta exigência. Não é possível perceber uma imagem mental (mas apenas tê-la). Tampouco se a pode assentar na realidade externa para se fazer uma equiparação boa ou má. É possível dizer-se que as cortinas são da cor que se imaginou, mas não por comparar-se uma imagem mental (uma coisa que logicamente não se pode ver) com as cortinas visíveis.

O realismo ingénuo, que é frequente entre pessoas pouco informadas, segundo este ponto de vista, o mundo é sempre exactamente como aparece.
Reconhecemos a existência do mundo real e afirmamos que a sua existência não depende de um observador. Ao mesmo tempo, reconhecemos a contribuição do próprio observador para o processo da percepção.

A visão que o observador tem do mundo é necessariamente imprecisa, porque o sistema sensorial do observador limita a informação disponível ao mesmo tempo que aumenta essa informação.
A consagração ou a sacralização da matéria, a passagem do tempo profano ao tempo sagrado como diria Mirc Eliad, que fala do tempo profano e do tempo sagrado, essa sacralização do lado existencial.

O tempo que vivemos é o tempo consumista, que consome o homem e onde parece que a única saída é a morte. Há um tabu relacionado com a morte, vivemos numa correria e esquecemo-nos que há outros valores fundamentais à existência, e muitas vezes caímos naquilo que já no início do séc. XX era o Nihilismo e Existencialismo, só que hoje está muito ligado a toda a esfera económica do consumismo, e as pessoas viverem para cada vez terem mais coisas.
O facto de sermos ricos e estarmos a ficar mais ricos não aumentou a nossa felicidade.
Por essa razão, muitas pessoas estão a trocar a satisfação obtida com os confortos materiais pela satisfação obtida com o envolvimento em actividades com sentido.

O homem é um ser cuja essência está ligada e depende diretamente da potencialidade que é o indivíduo, ou seja, o homem, a cada instante de sua existência, pode agir e comportar-se das mais diversas formas.
Mas sentir dor ou alegria e não o demonstrar não é ocultar alguma coisa. Alguém oculta seus sentimentos quando deliberadamente os suprime (tal como alguém oculta seus pensamentos guardando seu diário preso a sete chaves, e não meramente pensando e não revelando seus pensamentos).

Quando alguém exterioriza uma dor de cabeça, quando expressa um prazer, ou quando diz aquilo que pensa, não pode ser dito que os correspondentes enunciados são meras palavras e que o interno ainda está oculto. Falar do interno é uma metáfora. Deve-se tomar cuidado ao procurar um interior por detrás daquilo que nesta metáfora é o interior.
É errôneo pensar-se que saibamos como as coisas são conosco internamente pela faculdade de “introspecção”. Antes, podemos dizer aquilo que sentimos tal como podemos dizer como as coisas nos causam impacto perceptivelmente, dizer aquilo que pretendemos, imaginamos ou pensamos.

Assim, certo está que nossas ações e escolhas, mormente na medida em que consubstanciam a essência do ser, são influenciadas ou ligeiramente condicionadas, além de estarem contidas em um campo de possibilidades que a elas está, também, relacionado. O valor é uma propriedade relacional: só os agentes cognitivos são capazes de valorar. E o universo não é um agente cognitivo.

A expressão articulada do interno não é como a manifestação de autoconhecimento, mas é verdade que uma rica vida interna é uma prerrogativa de falantes de uma língua.
A racionalidade pode permitir-nos determinar os meios adequados à prossecução das nossas finalidades últimas sem que estas sejam, em si mesmas, racionais ou irracionais.

Assim, o mental é essencialmente privado, conhecido strictu sensu apenas pelo seu portador, e o privado e subjetivo é mais bem conhecido do que o público.
Como dissimulação e fingimento são sempre logicamente possíveis, não se pode nunca se estar certo de que outra pessoa esteja realmente tendo a experiência que ela pelo seu comportamento parece estar tendo.

Nomeadamente, indagando antes não se eu posso saber das experiências dos outros, mas sim se posso saber de minhas próprias; não se posso entender a “linguagem privada” de outra pessoa em uma tentativa de comunicação, mas sim se posso entender minha própria suposta linguagem privada.

Tratam-se, portanto, de abstrações da inteligência, reduzidos à materialidade das palavras. Apenas os nomes são universais, as coisas nomeadas são sempre singulares.
As previsões coletivas são sempre previsões de possibilidades, porque por exemplo, na linguagem da física quântica tudo é uma possibilidade, está sempre tudo em aberto, depende de nós e da maneira de olharmos para as coisas, nós é que vamos determinar o campo da experiência.

Ademais, minhas escolhas nunca são puramente livres, porque todo ato volitivo é sempre influenciado, com maior ou menor grau, pelo mundo em que estou inserto e no qual me determino. Mas exatamente a idéia é o verdadeiramente indivisível e eterno; e isto abre pela primeira vez o caminho ao pensamento que a nossa verdadeira individualidade, na terra, só se nos realiza no nosso próprio eu.

Conclui-se que ninguém mais poderia estar no mesmo estado cognitivo que ela está e deixar de ver que a situação exige aquela determinada ação. Se alguém não consegue ver que há uma boa razão para agir de uma determinada maneira, isso só pode ser porque sua concepção é apreciavelmente diferente da dela.
Contudo, certamente, as condutas de intolerância devem ser combatidas e contidas, pois afrontam, sobretudo, a pluralidade da sociedade, algo de extrema importância, que deve ser defendido.

Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez.
(Del texto y de la imagen)


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Como delfines de Hielo

Ella se deja querer, de arriba a abajo
– sin poner frenos-
Ella deja que mis labios le bailen en el cuello,
hasta que sus miedos se sonrojen.
Ella es una muchacha de carne y deseos,
todo un eclipse a los ojos de los puros.
Mi muchacha camina por sobre mis fuegos ocultos,
se sacude el cabello y sonríe;
¡Ella se sabe esencia misma del pecado!
Yo,
solo soy culpable de derretirle con mi boca los muslos,
Como si fueran dos delfines de hielo.
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La conciencia en estado puro...

Te miro como mirar una estrella
una paisaje entre otoño y primavera
estamos despojados de creencias
de apegos y credos
tenemos la conciencia en avenencia
te abrazo y me sumerjo
en el más profundo de los sueños
ven recuéstate debajo de este cerezo
contemplemos las estrellas
el mar ronronea
y los luceros pasan
rayando el firmamento.

Recojamos los frutos del bien
son dulces y tiernos
pero de aquel no podemos
pues, escrito está
en la bóveda celeste
que si comemos del fruto rojo
perderemos la gracia
del señor trueno.

Y aconteció

que la serpiente escuchaba
la conversación
y en su mente astuta
comenzó elucubrar como hacer
para dañar a los jóvenes
del incipiente paraíso.

La serpiente sufre una transformación
Kafka diría metamorfosis
y en su interior la serpiente
ya tiene implantado el ego
y como pudo sedujo
cautivó y embelesó
a los jóvenes puros
y los incitó en común acuerdo...

Comer la fruta roja

y disfrutaron el éxtasis
que implica lo prohibido
pero una voz se escuchó
y los conminó con acritud
y a la serpiente la arrastró.

Todo esto es parafraseando
el pecado del hombre
y es la lectura literal que le hacemos.

Pero si profundizamos podemos ver
que está reflejada la conciencia
la semilla que guarda nuestro diseño
hubo un momento en la vida
en tu vida y en la mia
que tuvimos en el edén
pero la sociedad
los patrones de conducta
las normas del Establisment
o el status quo.
poco a poco nos van sacando del paraíso
y dejamos de brillar en pureza.

El ego, el miedo, las ideologías y las religiones
se montan en el entramado social
para quitarle al ser humano el brillo
y la esencia divina de pertenecer
a la lámpara pura y eternal
que rige el plano cósmico.
Nuestra conciencia cósmica
individual y colectiva
que se conecta con la mente universal
y la llamamos Dios...

Ahora acércate al jardín
tus margaritas siempre bellas están
toma una y toca sus pétalos
en ese caudal de olores
de aromas planetarias,
profusas y envolventes
que se respira
tu brillas de igual
en color y en belleza.
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Carolina

A: Ella que sabe quién es

Maltrecha existencia la de Carolina,
Sobre encogida de hombros, más no de hombres
Fugaz en la profundidad de aquella calzada,
-de aquella particular calzada-
Bella a su manera la Carolina, también culta a razón de gustos europeos
Bien ducha la Carolina,
en sonsacar los billetes que duermen en los bolsillos
Y en hacer que se pierdan por sus encantos,
más de un asiento en primera clase.
Pobre Carolina!
O quizás los pobres seamos nosotros!
Incomprendida muchacha que solo es lo que nuestros ojos ven; simplemente no pretende nada más.
Deseada aunque entre dientes por los hombres puros, no por mí
Yo ya hace mucho tiempo que ante su arte
      Me quité el sombrero.
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Dime, ¿de qué color es la alegría?

Dime, ¿de qué color es la alegría?
¿Como las alas de una paloma blanca?
¿La boca roja del loro?
¿Cuál es el sonido de la alegría?
¿Como una flauta de caña?
¿O es de la bofetada del sonido en el agua que fluye?

¿Es algo que se puede sostener, como una mano caliente?
¿Visible, como los ojos del amor y la compasión? .
¿Hará que la mente tiemble ligeramente
y llore tranquilamente, como la tristeza?

¿Cómo llegó la alegría? De donde?
¿Las luciérnagas vuelan como un árbol en la sombra?
¿El aroma se dispersa de los pétalos de la rosa?
Cuando llega, ¿como el timbre que no suena?

Para la alegría, mi corazón está ciego,
pero ¿es lindo, como mi melancolía?

¿Risas de primavera?
¿Delicia de flores y hojas?
¿La canción de la juventud que llevo 60 años cantando?

Me sorbí las lágrimas de un amor desafortunado,
esperando que un sueño familiar cubriera mi sueño día y noche,
sin importar la hierba verde fuera de la llamada,
y mis dedos tocaron mi puerta cerrada.

Ahora lamento los años perdidos de mi vida, y lamento que sea
como una flor sin abrir que murió en la franja verde.
Aunque el amor tiene un fruto rojo en el dolor,
sé que es el más fácil de caer y el más difícil de recoger.

Hay sueños plateados en las alas de las palomas blancas,
como los pétalos del loto que caen de la sombra del agua, como el sonido otoñal de las hojas del sicómoro; desde el cristal, hasta las baldosas escarchadas.

Hay sueños plateados en la brisa de la floración de junio, la nueva y la pasada, y tu cabello fluye con una fragancia fresca.

El crisantemo duerme tranquilamente en el sueño de Cui Ye,
su fragancia suave respira como un ala dorada en llamas
volando en la orilla del lago, volando en la hierba borrosa,
corriendo hacia las rodillas de tu falda.

Dime, ¿de qué color es la alegría?
¿Como las alas de una paloma blanca?

Como tus suaves brazos, como las enredaderas
que me rodean el cuello, y los dulces susurros rojos,
que escuchan el temblor de mi pecho.
Por ejemplo, ¿las raíces del árbol sacuden el suelo en la calurosa noche de verano?

Sí, un nuevo árbol exótico crece en mi corazón, y estoy abriendo una flor roja en mis labios.


Si el frío se balancea en mi corazón
como las hojas de las hojas temblaron a la luz de la luna, las perlas puras en sus ojos, el rocío triste; tu voz es tan suave como el brazo blanco de un ángel.

Dime, ¿de qué color es la alegría?
¿Como las alas de una paloma blanca?

Si mi mente es tan suave como una ola de mar azul,
y tienes un aliento de alga marina en mi corazón.
Si tu temblor es como una cuenta en la boca de un pez, y
una cadena de círculos plateados es una rotonda para una canción del sueño.
Si tus ojos son como la hierba Bingdi y en febrero la orquídea,
lleva misterios de incienso de almizcle en la noche.

Dime, ¿de qué color es la alegría?
¿Como las alas de una paloma blanca?
Es la flor amarilla madura que abandona la rama de la liberación.
¿Sientes una sombra verde en tu cabello?
Es una brisa que se desliza hacia abajo desde las densas hojas,
hasta la sombra de la exquisita columna se ha trasladado a nuestros pies.
¿Cuál es tu respuesta a tus labios silenciosos?
¿Es un beso silencioso como una flor?

Si los pétalos rojos tiemblan, el aroma maduro de mi cuerpo,
esta es mi acacia diurna y nocturna, y en este invierno
lluvioso a la deriva, demasiado persistente, más hidratante.

El color de la alegría en mis años de otoño, sacudo las gotas de escarcha cayeron en en valle de mi vida.

El color de las flores que florecen en el valle de mi cuerpo son las más fragantes, el rocío es más radiante.

Soñé que las vides verdes entraron en mi ventana y las
flores doradas cayeron sobre el cabello blanco.
Soñé conmovido por la historia contada por Yu Yu,
amando la soledad, la solitaria luz de las estrellas.

Tengo las lágrimas de una niño parecidas a una perla,
con tristeza sin nombre.

Dime, ¿de qué color es la alegría?
¿Como las alas de una paloma blanca?

www.youtube.com/watch?v=b2BI0YDUtzM

Che-Bazan.España
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Utopía (⬛⬜⬛ Perú )

Sociedad perfecta , selecta de intelectuales
Sin protesta basada en puros ideales
Con ademanes de grandeza y de confianza
Con menos delicuencia y más esperanza.

Sin políticos corruptos que denigran la sociedad
Sin fiscales inmorales al peligro le dan libertad
Con gente honrada que trabaje para una nueva ciudad
Con la convicción que con esfuerzo todo se puede lograr.

Pero no no no
Hoy veo gente drogarse para escapar de su realidad
Mujeres ahogandose en sus lagrimas por no aceptar la verdad
Personas de 40 huyendo de la soledad
Niños de 15 preocupandose solo por trabajar.

Eh allí en bandeja de plata a tu sociedad
¿Qué injusta es la vida verdad?
Pero tu forja tu destino y que tu camino sea inminente
Ya que aveces dios le da pan al que no tiene dientes.

Hay personas que piensan que la vida es un juego de azar
He visto gente tocar el cielo a costa de los demás
Otras que se ganan el firmamento por pensar bienestar
El éxito es una pirámide cuya cúspide pocos pueden tocar.

Pero de que vale creerse héroe y liderar cuando la calma gobierna
No sales de tu caverna porque algo te asusta verdad
Ya que héroe solo es heroe en tiempos de dificultad
¡Que absurda es la vida verdad!

Vivimos en un pais marginal y contradictorio
Donde cortinas de humo
Tapan errores del tamaño de un iceberg
Donde la gente olvida y perdona es muy fácil.

Donde los orates debaten en el congreso
Donde no se combate el maltrato a la mujer
Donde te matan por un peso
Donde unos roban y otros se esfuerzan para comer.

No hay peor ciego que el no quiere ver
Ni peor ignorante que el que no quiere entender
Ya que al final se aprecia a la persona por su moral no por su patrimonio y riqueza
Cada quien recibe lo que da al Cesar lo que es del Cesar.

Es absurdo un pais rico con mentalidad de pobre
« ¡Qué robe pero que haga obras!» no seas mediocre
Seria como pegarte y decir te quiero
Como salir desnudo en una noche de aguacero.

He escuchado muchas veces que la voz del pueblo siempre manda
Jaaa « La voz del pueblo » eso es puro propaganda
Según fuentes ya nadie cree en la ley
Porque en tierra de ciegos al tuerto lo hacen rey.

Han pintado de blanco las mentes y colocado una máscara
Ya que pueblo que subleva tiene que pagar la pena mas cara
Luchó tanto montesquiu smith y voltaire para que tus ideas crearas
No para que tu propia tecnologia te dominará.

Existe algo que en esta vida no hay duda
El ser no es que el que prevalece son las ideas las que perduran
Tal como lo dijo canserbero
El mensaje sigue vivo asi se muera el mensajero

Ahi mi peru, mi peru( sarcasmo)

Aquí gritan mas un gol que las injusticias
Aquí importa mas el dinero que el coeficiente intelectual
Aquí los medios quieren ignorantes para poderlos manejar
Donde ven mas un reality que un programa cultural

Corrupción , xenofobia crece el índice de la pobreza
El magistrado resultó ser titere de la delicuencia
La verdad invadida por las falacias
Bienvenido mi pueblo querido estas viviendo en democracia.

Mi sierra , mi selva , mi costa , nuestra tiempo a llegado
Seamos el mendigo que del banco de oro se ha levantado.
Y a viva voz a gritado
Utopía , utopía el pueblo se ha revelado.

AUTOR : Leamsi Serlof Accel

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Tres Actos

ACTO PRIMERO

Quiero domar al león que lleva sobre su cabellera al tiempo, dormitando entre sus trenzas de oro forjado con siglos,
Puedo ver los colores que antes no cuajaban, moverse, transformarse y formar, cada día, infinidad de nuevos colores que se multiplican exponencialmente. Puedo oler cuánto tú hueles. El perfume me es familiar y dulce al tacto verde de mis añiles pensamientos. Veo la fuente a lo lejos, sentada sobre sus patas endurecidas y petrificadas, tarareando una melodía de Schubert con sus aguas, puras de lujuria y de vicio. Veo unas gotas de fuente, concentrarse para alcanzar la cúspide, esforzándose para encontrar un destino de salpicaduras y desprecio total.

SEGUNDO ACTO

Continúo en el trasvase...
En él me muevo y soy real,
Mis párpados se besan...
Como cuerdas de guitarra.

He salido de la negrura y de la ponzoña hace años que no sé nada. ¡He concebido tantas locuras! Esa luz a la ribera del río...
Esa calle de reyes que no resultó ser tan azul ni tan principesca. Resultó ser un encanto. Pero no consiguió el efecto. Fue un sueño. Pues sólo de sueños vivo! a diferencia del hombre...
Quiero trepar a la hiedra y escalar un bonsai inmenso. Derivar, en todo momento, mis culpas. Derivar...virar...
Quiero esa extensión de piel de tu espalda , quiero la tersura y la firmeza.¡ No me lo tengas en cuenta!

ACTO DE DESPEDIDA

Inspira...absorbe e infla tu espíritu, llénalo con este cálido soplo en forma de canope poesía contenedora de secretos.
Espira...devuelve lo tomado en forma de sonrisa comandita, nocturna comprensión de los deleites boreales y verdad absoluta de mis escritos.
Aquí te espero, sobre este tejado, seguido por tantos hermanos que no recuerdo sus nombres; El de las fuentes, el de los gitanos, el párpado verde, la luna de estaño, una carta de vidente, un perro que huele perfumes, una princesa triste, un club de poetas malditos...
Y me despido con este adiós sincero,
¡Y me marcho con mis aves yo de nuevo!
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Viaje

Al escuchar el sonido de las cuerdas
puras e intactas de la guitarra,
mi cuerpo se deja llevar por cada sonido
que recorre por mis venas.

Bailo pausadamente en mi sala,
imaginando el bosque de los deseos,
y así logro siempre encontrarte en ese puente
donde me esperaste mucho tiempo,
viajo también en tu imaginación.

Busco el triángulo norte de tu sendero,
imaginarte es un desvelo,
sigo puesta en mi portal,
sola, quieta, parada y dueña de tus señas.

Mi vista triangular se avienta,
sólo busco darle sentido a mi sueño turbio,
viajar y desamarrar los hilos de tu memoria,
así regrese sola, será un gusto coincidir.
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Del capullo sale una mariposa

Una pregunta muy frecuente: ¿Cómo comienza a formarse un amor?

Adolescentes, adultos, niños y ancianos se preguntan lo mismo en algún momento de su vida. Muchos se dejan convencer con ideas similares, pero que ni de cerca se asemejan a la realidad. Otros se jactan de profetas del amor, cuando en su vida solo hay migajas de algún cariño pasado. Pero pocos, muy pocos, pueden contar historias de amor puras y verdaderas. Historias que llenan de alegría y de sentimientos hermosos su corazón, e incluso, el corazón de otros.

Yo, tengo la suerte de pertenecer a estos últimos. A los pocos que pueden contar sus historias. Puedo contar miles de anécdotas acerca de nosotros y de cómo nuestro amor se fue haciendo mas y mas grande. Puedo contar como poco a poco te fuiste metiendo en mi corazón, como hiciste que los sentimientos revivieran en mi pecho, como una rosa que florece después del peor de los inviernos. Puedo contar como te las ingeniaste para sacarme una sonrisa en cada momento que estuvimos juntos, sin importar cuál era la situación. Puedo contar también, como me acariciaste el corazón con cada palabra, con cada suspiro, con cada mirada. Pequeñas y grandes historias que cuento a través de mis poemas, todas cargadas del majestuoso amor que hemos ido creando con el correr de cada día, de cada minuto, de cada segundo. Historias que contaré todos los días a amigos y a desconocidos, e incluso, el día que lleguen al mundo, serán historias que les contaré a nuestros hijos.

Y esa noche, una de las tantas noches que viniste a visitarme y nos quedamos recostados en el sillón, simulando ver una película pero atentos, por el rabillo del ojo, a cada movimiento que realizaba el otro... esa noche, es una de mis historias favoritas.
Tenerte tan cerca y sentirme tan grande. Observarte sentada a mi lado y sentir mi pecho inflarse en una mezcla de orgullo, felicidad y amor. Esa noche comenzaste a tejer los hilos de tu amor en mí.

Quizás en ese momento todavía no lo sabía. Quizás en ese momento no me tenía la suficiente confianza como para saber que ibas a ser mía. Quizás en ese momento teníamos miedo a dejar salir nuestros sentimientos. Pero con el tiempo, comprendimos que ese era nuestro capullo, y que nuestro amor saldría de él como la más hermosa de las mariposas. Y pronto nos animamos.

Nos animamos a sentir, a sentirlo, a sentirnos.

Nos animamos a amarnos.
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Se conocían y desconocían

Se conocían más por dentro que menos por fuera:
sabían lo que permanecía dentro de la nevera
y de las acotaciones imanadas en la puerta,
de lo oculto detrás de la pintura falsificada de Dalí
y por qué no regaban las cortinas floreadas en otoño
Traducían los mensajes de las nubes raras.

Se conocieron los versos.
Se presentaron los abrazos.
Sonrieron las orejas.
Se lamieron los helados de parchita
y las pepitas negras de las patillas.
Se quemaron los suspiros a punto de nieve.
Se intercambiaron canciones.
Se exprimieron limones en Lima.
Se pincharon el dedo errado durante el pacto
y se tragaron tres vinos.
Se dieron el apretón de manos frías durante el invierno
y los aplausos cálidos del otoño.
Se contagiaron de los bostezos del viento
y se reían de los chistes vinculados al cielo.

Se conocían más antes,
que después de la apertura de los piercing en la lengua.
Antes del cordonazo de San Francisco
que castiga a los que se portan mal,
y sacude la última gota que hay en las nubes,
para que el día de hoy no llueva más,
Mucho después que pasearon las uvas pasas,
por el pastel de zanahoria.
Previo a la plusvalía del agua del río creciente y las desmejoras
fue aumentando un medio odio entre los sujetos.


Uno de ellos dominaba el tema relacionado
con la moda, la tecnología, la ciencia, la música;
entendía de matemáticas puras e impuras, de la resta
y de la defensa promovida hacia los animales.
El otro ser, conocía de la conciencia, del canto,
de la trova, de la flora, de la suma
y acerca de la esencia; sabía de historia, de la moral,
de la ética, de los derechos humanos...

Se conocían más por detrás, que por los lados.
Afuera, una brisa que secaba las camisas;
Por adentro, una lluvia reprimida que mojaba las cenizas.
Muy adentro y no hace referencia al alma;
fue por dentro del alma que a uno le sobra por fuera,
desde el inicio del paradigma más profundo.
El alma enmarcada desde el principio,
que se conocen y reconocen y vuelven a desconocerse.

4 de octubre de 2017
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Canción para los locos

Brindo por locos cuerdos
por los locos rebeldes
por los imperfectos de cáracter
pero puros de corazón.
Por lo que no se rinden ante el temporal
por los que se niegan a cambiar
su raicez y se aferran a sus orígenes
por los que mantiene el espiritu
aunque tengan que cambiar la fachada
por los locos de siempre, los de toda la vida
los de los tataujes, los pirchinsg, los graffitis
los ireverrentes y complicados
los de la música alto
Brindo por los que fueron fieles a su locura
y cuando tuvieron que madurar lo hicieron
sin arrepentirse de lo vivido
por los locos del parque, de la madrugada
los que veian una luna diferentes cada noche
por los que escribian en la calle ¨esta noche te amo, de día no sé¨
por los que vieron la tecnología venir y le hicieron frente
por los que nunca dijeron que no
Brindo por los locos que le plantan fuerza a la vida
todos los días
lo que se guardan su mejor sonrisa para cuando las cosas
van mal.
los que dicen ¨todo va estar bien¨ aún cuando todo pueda
estar fatal.
Brindo por mis locos amigos que sabiendo quien soy
siguen ahi, prestandome su amistad.
Brindo por la locura divina que es vivir en este mundo
sabiendo que no hay otro más que este.
por los que quedan, por lo que se atreven a volar
buscando otro lugar donde anidar.
Brindo por los locos que aún quedamos
para hacerno compañia.
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Metástasis... (Cuento experimental)

METÁSTASIS

Padece y se detiene la tarde. Es pálida, como
la piel del otoño en las hojas, y duele al verde
del verano : duele en los huesos, en el cuello,
en la memoria, en todo el aire y todo el suelo.
De repente, entre las ventanas opacas-- de un
vidrio en otros tiempos invisible, inmóvil por
años en la mirada y lento en los latidos-- salta
por la piel y destruye todo ; cuando se podía
amar el pasado, cuando se podía respirar al
oído. Es un cielo sangrante, sangrante como
una catarata, como si todas las puertas se
hubiesen cerrado, con espinas y con cuchillos
hambrientos sobre la cama y las sillas.
Es el ayer, lo que ha pasado, lo que se repite
abriendo heridas más profundas.
Por más que cambie el presente, por más
ropajes fabricados, eso persiste en las paredes,
entre los techos, bajo el suelo. Se puede ver,
se puede escuchar el humo con párpados y
manos encontrando el abismo sobre el asfalto,
entre las grietas : se pueden sacar grutas bajo
la piel húmeda encontrando la sangre coagulada,
seca, negra, amarillenta que es, y sigue tan
completa al cerrar las cortinas, está tan fría, solo
entre cada uno y ningún otro, que el recuerdo
mismo es una aguja y duele toda la vida.

++++++

Tenía miedo a morir, este cuerpo, esta voz...
¿ Serían los mismos que habían soñado, qué
habían jugado con la lluvia, con la esperanza
en las pestañas ?.
El callaba la boca seca. Una lágrima y un sollozo
eran lagos congelados y turbios, tan concretos,
que rememoraban crueles toda la angustia y el
estruendo que puede reptar sobre la tierra.
Aquella mujer tenía gracia. Caminaba lenta y
tierna, sus caderas no eran violentas, tenían solidez
cálida, hechas de comprensión, de ágiles curvaturas
y suaves movimientos.
Su mirada tenía voz, hablaba con sus pupilas y tejía
sus palabras en crípticos diálogos a veces, no era
lo común en tiempos espesos como en las esquinas
y las casas. Pero ahora, ¡ qué desgarradora era la
música, entre el tétrico silencio y el deseo de no
haber nacido !. No obstante, estaba ahí, fragmentada,
confusa y ahogada en el interior de cada vena.
Pálida, sudorosa y muda, atrapada bajo la piel de
vidrios y tinieblas, como si apareciese disgregada
en un pozo sin final. Encadenada ahí, inmóvil en
la obscuridad absoluta.
¿ Qué atrocidad piadosa se desprendía de las
angelicales alas caídas y anudaba sus pesadillas ?.
Estaba disuelta en cada lágrima, vacía dentro del
peor abandono, indefensa, desarmada en la soledad
más dolorosa. Sus vínculos con el cielo y la esperanza
estaban rotos, limados, eliminados de raíz.

++++++

Había perdido el aliento, había bebido el sufrimiento
más amargo, el tiempo y el espacio perdieron su
sentido, cualquier luz era más obscura, más allá del frío ;
el simple caminar era una desgracia. Ella dejó de ser,
de existir bajo la ropa, dentro de cada hueso, gris inerte,
sentada en el piso la mirada sin brillo, mientras él, allá
lastimero, se ocupaba en tratar de entender lo imposible,
lo incomprensible, el infinito de la noche del alma, la
eternidad simple. La sinrazón de todo lo pasado.
Con solo cerrar los ojos aparecía sonriendo, y su voz
mecía el sabor del aire, del aroma en la cocina, en la
recámara y el patio sus pasos escuchaba.
Ahora el silencio helaba, ¿ a dónde lleva la fe perdida,
lo celeste desconocido, lo sagrado yerto, ingrato y
perforado ?... ¿ Qué fuerzas tenebrosas y que laberintos
se tejen bajo la cabellera de la existencia ?.
¡ Todo aquéllo había estallado, un mundo amable, un
suelo más firme, más fértil, un sueño posible, respirable,
armonioso !. Con la paz en los zapatos y el pecho...
Inesperado, intempestivo. El aire era fresco, la brisa
clara. Las sonrisas puras y el palpitar alegre...
¿ Cuándo dejó de ser, y cómo ?. Aunque ¿ quién se
puede atrever a decirlo, a expresar el profundo
desconsuelo, y qué en algún sitio la esperanza esté
viva, segura, sin mancha, más allá de la soledad, del
otro lado del llanto.

++++++

El hielo comienza a elevarse, el humo es pesado y espeso,
los techos arden, las ventanas son puertas al abismo, y
usted se ahoga, oye los disparos, tiembla, el vacío se
apodera del vientre. La cabeza da vueltas, duele.
Paredes, sillas, mesa, vasos, platos, ropa, juguetes, todo
huele a muerte, la calle es un inmenso túnel, todo obscurece.
Usted es un manojo de nervios, se enreda, tropieza, no sabe
que hacer. Luego el asco la cubre las ideas, los cuerpos
deshechos, la sangre gotea, corre, se seca, huele a olvido
impotente, sus manos perdieron el aplomo, está desarmado.
Pasan los meses y los recuerdos son inevitables, el olvido
se compra, se fuerza, se le ignora en mil formas distintas,
pero de cualquier modo, no produce mayores cambios en
la intimidad genuina, verdaderamente consciente, con la
sensibilidad en el alma y la memoria...
Los vestigios de un mundo aniquilado flotan en el tiempo,
en el aire, en el agua de cada lágrima seca, en las sonrisas
perdidas. Inopinadamente surgen las ausencias sin nombre,
y los huecos petrifican el aliento, las imágenes sangran de
nuevo. La represión se disimula aberrante, se insiste en las
apariencias de fiesta, de espectáculos distractores, de
negar el desastre... ¡ La consciencia podrida !... Es la metástasis.

Autor : Joel Fortunato Reyes Perez.
(Tanto del texto como de la imagen)


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Hasta en el último suspiro

En el último rincón habita el frío
que entristece el ocaso más hermoso
de tus ojos radiantes y puros
que han olvidado su amor y te duele.

Cómo no perderse en laberintos
si la esperanza murió con un ayer
en la antigua ignorancia de no saber
cuánto has palidecido en la historia pasada.

Es difícil salir de las sombras
cuando los errores te sujetan fuerte
hundiendo en la rutina el amor
y en los sueños de amargura tu perdón.

Una Estrella te ve desde lo lejos,
sonríe, existe la ternura,
aún en la enfermedad y los callejones polvorientos
como león rugirás recuperado.

Así será tu luz radiante,
una melodía que acaricia las heridas más rotas,
con hilo y una aguja coseré tus lágrimas
tú sonrisa volverá con el canto del gorrión de primavera.

Lucha hasta lo último
verás renacer a la alegría,
solo la muerte es un vacío difícil de vencer
pero hasta a la muerte se le recuerda con cariño.


Poesía
Miguel Adame
09/09/2018.
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Ya van las nubes llegando...

Ya van la nubes llegando
con su forma peculiar,
de dibujos y personas
con traperos de cristal,
se ven también animales
y retazos de ciudad
y todo aquello que sueñe
la cabeza del juglar,
y es que son flores y versos
que se estiran sin final,
y se juntan y separan
sin distinción ni verdad,
porque sus besos sublimes
son inocencia ejemplar,
como ese roce del agua
que llegaba hasta el fanal...

Ya están los niños jugando
y la tarde pasa ya,
mientras las olas se estiran
por la playa en bajamar,
hay sentimientos sublimes
entre bolas de alquitrán,
y hasta hay rosas que estremecen
las mejillas del rapaz,
y es que una tierna gaviota
quiere ver al cormorán,
a las garzas y garcetas
y también al alcatraz,
porque la bella familia
de estas aves de la mar
está en las flores y nubes
que son puras y sin mal...

"...Ya están los cielos llorando
y los niños, ¿dónde están?
porque la lluvia son besos
y sonrisas de su edad..."

Rafael Sánchez Ortega ©
20/08/18
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"Almas Lúgubres"

Eran ambientes con almas lúgubres
que deambulaban por lo recovecos
de aquel sucio y olvidado lugar
esparciendo su procelosa oscuridad
emponzoñando el cálido brillar de
los únicos seres afables que
vivían, aun con la anhelada
ilusión de recobrar la cordura de
aquellas almas que se fueron
envolviendo en un manto infausto
de aterradores orgullos que
ensombrecían los angustiosos
intentos por recobrar lo que en un
momento fue un ambiente con
una sobredosis exquisita de calidez
y de respeto por las fragilidades de
cada ser humano, esos intentos
poco a poco fueron decayendo y
sumergiéndose en espesos pantanos
de apatías emanadas como pestes
temidas de siglos pasados que
terminaron por ensombrecer todo
y mutar en aquellas almas que
se vieron forzadas a llevar un mutismo
esclavizado por aquellas almas
lúgubres que solo supieron destrozar
la esencia de esas almas puras que
solo sabían radiar luminosidad.

No al acoso laboral
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De la amistad el ejemplo (a @Letizia) Colaboración con @Lidianny

Cuando sin rumbo fijo íbamos en la vida,
luego de recorrer largas distancias,
te hemos encontrado a ti, excelsa amiga
y colmas mucho más nuestras expectativas
que la mayoría de cientos de personas
que hemos conocido en otras instancias.

Con solo un golpe sobre nuestro teclado,
sin importar si te ha marcado el destino
tu consejo entre todos siempre es el más fino
y presurosa virtualmente estás a nuestro lado.

Encontrarte es la suerte que nos toca
a aquellos que creen en lo incierto
a tu lado la vida es un concierto
donde la música vuela y flota.

Retorna los versos más puros
y tu poesía siempre presente
nos regala un beso en la frente
y un camino hacia el futuro.

Privilegio y honor al mismo tiempo
es encontrarnos en tu lista de amigos
de tu hermosa presencia ser testigos
de cómo la poesía se vuelve sentimiento.
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"Tu Niñez"

Amada sonrisa reflejada en tu niñez
Que me indica cual reloj de arena
Que es tiempo de volver
De volver a soñar de volver a creer
Que un futuro incierto,
También puede ser visto al revés
Y como no verlo al revés, si en la niñez
¡Los ojos puros, son de exclusiva calidez!
Con sonrisas infantiles, de miradas en altura
Que contemplan las nubes,
con ecuánime dulzura
Imaginando al soñar que podemos transformar
Tornasoles de seda por brisas sobre el mar
Brisas que nos embarquen sobre
Tibios rayos de sol, que con su amarilla
Envestidura, formen olas de ternura,
Olas de ternura, que susurran al pasar
Un mensaje de esperanza que no puede esperar
que alberguemos en los niños
sentimientos de calidad
que la niñez es una sola y tiene fecha de caducidad.

Añorada Infancia
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